Política
-
Governar não é mandar
Uma reflexão crítica sobre comunicação governamental, escrutínio jornalístico, concertação social e autoridade democrática.
-
Jorge de Sena e o Portugal que Ainda Não Mudou
Uma crónica crítica sobre Jorge de Sena, a mediocridade protegida, o compadrio, a profissionalização da política e as continuidades morais do Portugal democrático.
-
O melhor director de campanha de André Ventura chama-se incompetência do sistema
Uma reflexão crítica sobre o paradoxo dos partidos tradicionais que dizem querer travar o Chega, mas continuam a fornecer-lhe combustível através de erros de governação, falta de transparência e incapacidade para responder às frustrações dos eleitores.
-
A democracia da brasa
Uma crónica sobre a instrumentalização partidária do sindicalismo, o corporativismo na função pública e o equilíbrio entre o direito à greve e os direitos dos cidadãos.
-
Portugal muda de governos. Mas muda de poder?
Uma reflexão crítica sobre a circulação das elites políticas, a responsabilidade no exercício do poder e a memória institucional em Portugal.
-
As eminências pardas da inevitabilidade
Quando especialistas transformam hipóteses em inevitabilidades, a questão deixa de ser apenas o que diz o modelo: importa saber quem escolheu as premissas, quem beneficia e quem paga.
-
Os «secretos desejos» do PCP
Uma crónica crítica sobre a distância entre o antifascismo histórico do PCP, a fidelidade soviética da sua direcção e a democracia pluralista que hoje invoca.
-
O país refém de interesses de classe
Uma crónica crítica sobre as baixas médicas apresentadas no arranque do ano lectivo, a responsabilidade profissional, a certificação clínica e a impreparação do Estado.
-
A Pobreza que Dá Votos
Há uma diferença decisiva entre combater a pobreza e administrá-la. Esta crónica questiona os incentivos políticos que podem transformar proteção social em dependência permanente, sem confundir solidariedade com clientelismo.
-
Salários Europeus no Topo, Salários Portugueses Cá em Baixo
Portugal internacionaliza salários no topo e nacionaliza salários na base. O caso do Banco de Portugal é o símbolo de uma questão maior: quanto vale, economicamente, quem sabe fazer?



























