Política e Sociedade
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Portugal precisa de transparência nas contas públicas
Portugal precisa de contas públicas completas, compreensíveis e verificáveis, com ligação entre orçamento, contratos, pagamentos e resultados e responsabilidade pelos desvios.
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Passos Coelho e a política do costume com uma nova máscara
Crónica sobre as contradições de Passos Coelho entre o discurso reformista e a governação com a troika, a distribuição dos sacrifícios e a responsabilidade política.
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O Estado Insaciável e o País em Lista de Espera
Crónica crítica sobre o esforço fiscal dos portugueses, o acesso à saúde, a educação, as propostas de novos impostos e a obrigação de o Estado demonstrar resultados.
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Efectivamente, Governam
Uma crónica satírica sobre a fauna política portuguesa, a burocracia, a comunicação sem resposta, a memória curta dos escândalos e o país real que continua a funcionar apesar do espectáculo institucional.
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As mordomias foram de alguns. A factura é de todos?
Uma crónica sobre equidade contributiva, responsabilidades históricas da CGA e os limites que devem ser impostos a qualquer futura integração financeira com a Segurança Social.
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Portugal: O dinheiro voa. Os resultados ficam em terra.
Portugal comprou doze drones para vigiar a floresta e detectar precocemente incêndios. Anos depois, abundam horas de voo e faltam respostas simples sobre eficácia, disponibilidade, custos e resultados.
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Portugal, a República dos PowerPoints
Uma crónica crítica sobre a distância entre a retórica tecnológica portuguesa e uma economia ainda dependente do turismo, dos baixos salários, da baixa produtividade e dos fundos europeus, perante o salto histórico da inteligência artificial.
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A corrupção que só existe na percepção
Uma crónica sobre o uso da palavra «percepção» como certificado de inocência institucional, num país onde a opacidade, a lentidão e a prescrição dissolvem responsabilidades.
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Portugal Cavou um Buraco Bem Fundo
Crónica crítica e irónica sobre a fragilidade económica dos média, a concentração da propriedade, a proximidade aos centros de poder e o risco de uma democracia com muitos microfones, mas poucas perguntas incómodas.
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Portugal em modo século XVIII
Uma crónica crítica sobre o paradoxo de uma Administração Pública portuguesa digital na aparência, mas lenta, fragmentada e desproporcionada na experiência quotidiana de cidadãos, empresas e investidores.


























