Sociedade
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O Teatro da Realidade Paralela
Uma crónica satírica sobre o teatro digital da política, as bolhas de auto-validação e a diferença entre aplauso interno e relevância social.
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Portugal e Finlândia: 52 Anos Depois
Portugal melhorou profundamente desde 1974. Mas cinquenta e dois anos depois, a pergunta já não pode ser apenas de onde partimos. O paralelo com a Finlândia obriga a perguntar até onde poderíamos ter chegado.
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Portugal – O Estado do Carimbo
Portugal digitalizou muitos balcões, mas não eliminou necessariamente a lógica burocrática que os criou. Uma crónica sobre licenciamento, responsabilidade administrativa e o custo de um Estado que demora a decidir.
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O Estado que Perdoa os Culpados e Cobra aos Inocentes
Uma crónica dura sobre a inversão moral da responsabilidade pública: quando o sistema financeiro falha, o prejuízo pode acabar socializado; quando as contas apertam, trabalhadores e pensionistas tornam-se o alvo mais fácil.
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O Retrocesso por Incompetência
Um direito não desaparece apenas quando a lei o revoga. Também pode enfraquecer quando faltam equipas, planeamento e resposta atempada. Uma crítica à regressão prática do acesso à IVG por falhas de organização.
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Feminismo, pobreza e a armadilha das lutas tribais
Uma crónica sobre feminismo, pobreza, desigualdade económica e o perigo de transformar causas universais de justiça em lutas tribais que deixam intactas as estruturas de exclusão.
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O Pavão Corporativo
Uma pequena incursão pela fauna empresarial contemporânea: o Pavão Corporativo, especialista em buzzwords, transformação, IA, roadmap e mudanças estratégicas de slide sempre que alguém pergunta como funciona.
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Portugal: Os 52 Anos do Futuro Roubado
Portugal conquistou a liberdade e modernizou profundamente o território. Mas, depois de 52 anos de democracia e décadas de financiamento europeu, permanece uma pergunta incómoda: que país poderíamos ter construído se mérito, produtividade, responsabilidade e Justiça tivessem acompanhado a oportunidade histórica?
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O Código dos Mortos
Continuamos a executar o código dos mortos: não apenas através dos genes, mas através de medos, normas, hábitos e hierarquias transmitidos socialmente. A questão é saber que parte dessa herança ainda merece continuar.
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O País dos Donos e o País dos Cidadãos
Portugal e Islândia mostram duas formas diferentes de pensar o poder: como propriedade simbólica de quem governa ou como administração temporária daquilo que pertence aos cidadãos. Uma crónica sobre integridade, responsabilidade e Estado.


























