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Portugal não pode habituar-se à mediocridade
Uma mensagem cívica ao Presidente da República sobre salários, produtividade, transparência, responsabilidade institucional e a recusa da resignação.
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Efectivamente, Governam
Uma crónica satírica sobre a fauna política portuguesa, a burocracia, a comunicação sem resposta, a memória curta dos escândalos e o país real que continua a funcionar apesar do espectáculo institucional.
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Portugal, a República Onde o Primeiro-Ministro Dá Aulas de Ética
Uma crónica humorística e irónica sobre a aula de ética, integridade e prevenção da corrupção dada por Luís Montenegro a alunos do ensino secundário, e sobre a diferença entre legalidade, ética pública, transparência e exemplo democrático.
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Portugal: uma economia que aprendeu a sobreviver, mas ainda não aprendeu a enriquecer
Uma reflexão sobre produtividade, salários, energia, dimensão empresarial e vulnerabilidade estrutural da economia portuguesa.
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A longa aprendizagem da obediência
Portugal não nasceu obediente. Este estudo procura compreender como centralização, clientelismo, escolarização tardia, autoritarismo, emigração e baixa percepção de eficácia política podem ter favorecido uma cultura de elevada tolerância perante o poder.
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A Reforma que Portugal Adia Há Décadas — O Estado Não Falha Igualmente para Todos
Portugal não tem apenas um problema de dimensão do Estado: tem um problema de eficiência, responsabilização e desigualdade perante as falhas administrativas.
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Kaizen à Portuguesa — O Espelho no Elevador que Reflectia a Gestão
Uma crónica com humor sobre a implementação do Kaizen na ICL Computers Portugal em 1991 e a diferença entre melhoria contínua e mudança ornamental.
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Portugal 2035 — Reinventar o Estado na Era da Inteligência Artificial
Não informatizar a burocracia do século XX. Redesenhar o Estado português para o século XXI, com dados interoperáveis, IA auditável, soberania digital e serviços centrados nas pessoas.
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O Mundo Partido ao Meio
Uma crónica sobre as grandes dicotomias do mundo contemporâneo: progresso tecnológico e regressão política, hiperligação e tribalismo, democracia e autoritarismo, diplomacia e rearmamento, riqueza e insegurança.
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Do Zé Ninguém ao Cidadão Algorítmico
O velho Zé Ninguém seguia o pastor. O cidadão algorítmico recebe uma realidade personalizada e acredita ter escolhido sozinho o caminho. Uma reflexão sobre informação, pensamento crítico, algoritmos, inteligência artificial e liberdade democrática.




























