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Jorge de Sena e o Portugal que Ainda Não Mudou
Uma crónica crítica sobre Jorge de Sena, a mediocridade protegida, o compadrio, a profissionalização da política e as continuidades morais do Portugal democrático.
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Aos 70 anos, o cérebro fecha para balanço
Uma crónica crítica sobre o idadismo, a obsessão administrativa com a idade e a necessidade de avaliar cidadãos pelo valor, competência e conhecimento que continuam a entregar.
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A Justiça Vai a Julgamento
Uma tragicomédia satírica sobre a Justiça portuguesa, a democracia, os recursos intermináveis, a prescrição e a distância entre existir e funcionar.
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Gaza: reconstruir antes de desarmar?
Portugal anunciou 250 mil euros para o Horizon Fund. A intenção humanitária é compreensível. A pergunta difícil é outra: quem consegue garantir que a ajuda chega efetivamente aos palestinianos num território onde o Hamas continua armado?
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A Revolta das Torradeiras — o meu agente de IA tentou conquistar o mundo
Uma crónica humorística e irónica sobre agentes de IA, permissões excessivas, prompt injection e a irresistível tendência humana para transformar falhas de engenharia numa revolta das máquinas.
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Alta velocidade: construir hoje a bitola que amanhã queremos abandonar?
Portugal prepara a nova Linha de Alta Velocidade Lisboa–Porto em bitola ibérica, embora a interoperabilidade ferroviária europeia tenha como referência os 1.435 mm. A questão não é converter toda a rede amanhã, mas saber se faz sentido construir infraestrutura nova num padrão que se admite vir a migrar.
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Portugal foi à escola. Falta agora aprender
Portugal venceu grande parte da batalha da escolarização. A questão seguinte é mais difícil: como transformar escola, conhecimento e tecnologia em aprendizagem profunda, curiosidade, autonomia e pensamento crítico?
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Que sociedade queremos ser?
Uma reflexão cívica sobre a escolha fundamental que permanece nas mãos dos cidadãos: que sociedade queremos ser e que democracia queremos deixar à geração seguinte?
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A aliança que os ditadores podem acabar por criar
Uma reflexão condensada sobre como a pressão dos regimes autoritários pode, por reacção, aproximar Canadá, Europa e outras democracias numa nova arquitectura flexível de cooperação estratégica.
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O País dos Espertos
Portugal não sofre de falta de inteligência. O problema é outro: demasiadas vezes, a esperteza social, a proximidade e o conformismo conseguem ser mais recompensados do que a competência, o pensamento crítico e o mérito.



























