- Banalidade do mal extremo, Corrupção, Crime Organizado, Elites patéticas, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, Totalitarismo
Epstein: O Pântano das Elites e a Fome dos Predadores — Quando a Democracia Vira Chantagem
BOX DE FACTOS O caso Epstein continua a projectar uma sombra longa sobre redes de influência, estatuto e impunidade. No Reino Unido, o debate público voltou a acelerar com investigações e pressões para centralizar e priorizar as vítimas, em vez de proteger reputações. Foram noticiadas diligências e escrutínio institucional envolvendo figuras de topo, incluindo suspeitas de “misconduct in public office”. A UE tem vindo a tratar a manipulação informacional externa como ameaça de segurança (FIMI), com mapeamento de infra-estruturas usadas por actores hostis. Quando a corrupção interna cresce, a geopolítica externa não precisa de conquistar: basta explorar fissuras. Epstein: O Pântano das Elites e a Fome dos Predadores Não foi…
- Burocracia, Elites patéticas, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, País de Desigualdades e Injustiça
Portugal- A Crise da Educação Não É Acidente: É Arquitectura Política
BOX DE FACTOS O problema não é pontual: é estrutural, repetido, previsível. O pensamento crítico é dispendioso: exige tempo, treino, autonomia e coragem. O sistema prefere “funcionários” a cidadãos: gente que cumpra, não gente que compare. O ruído substituiu a razão: indignação episódica, zero arquitectura de mudança. Há saída: uma cultura de leitura, lógica e verificação — e começa em casa. A Crise da Educação Não É Acidente: É Arquitectura Política Um povo que não aprende a pensar não é um povo “mal ensinado”. É um povo bem administrado — para obedecer. 1) A escola como oficina de conformismo Chamam-lhe “falha do pensamento crítico”, como se fosse uma avaria no…
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A Ucrânia fez indústria com o fogo na pele — Portugal continua a fazer desculpas com gravata
BOX DE FACTOS Em guerra, a Ucrânia industrializou a urgência: prototipa, testa, falha e corrige a um ritmo que a paz burocrática raramente permite. Drones no topo: interceptores e soluções de baixo custo tornaram-se peça central na defesa aérea e na modernização industrial. Exportação em horizonte: Kiev começou a abrir a porta a vendas externas e a “centros” de exportação na Europa. Europa muda de marcha: capital de risco e fundos ligados à NATO apostam em defesa “escala, rapidez e preço”. Portugal: em 50 anos, continua preso a uma economia de licenças, intermediação e “projectos” sem fábrica. A Ucrânia fez indústria com o fogo na pele — Portugal continua a…
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Os Democratas do Cravo e o Vírus da Manipulação
Os Democratas do Cravo e o Vírus da Manipulação Há uma verdade que incomoda os democratas de cravo ao peito — esses bem instalados, confortáveis, ungidos por cerimónias e datas, como se a liberdade fosse um título vitalício: a manipulação não é exclusiva das ditaduras. Apenas muda de roupa. Troca a bota pelo sapato engraxado, a censura explícita pela censura higiénica, a polícia política pelo cordão sanitário, o porrete pela gestão do discurso. E o método é velho como o poder: reescrever a História por conveniência, seleccionar memórias, apagar factos, reduzir a verdade a “contextos”, transformar o contraditório em “extremismo”, e fazer do cidadão um espectador cansado, sentado no sofá,…
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Ucrânia invadida – A Crueldade Normalizada: Quando a Civilização Finge Não Ver
BOX DE FACTOS Data simbólica: 24 de Fevereiro de 2026 assinala quatro anos desde a invasão em larga escala da Ucrânia (24 de Fevereiro de 2022). O alvo permanente: civis, infra-estruturas essenciais, bairros residenciais, escolas e hospitais. O mecanismo: mísseis, drones, artilharia, cerco, intimidação e desgaste metódico. O efeito: mortes, mutilações, luto contínuo, deslocação de populações e trauma colectivo. O escândalo: a normalização mediática e política do horror, transformado em ruído de fundo. O dilema: um mundo dito civilizado que promete valores universais e pratica excepções convenientes. A Crueldade Normalizada: Quando a Civilização Finge Não Ver Há um ponto em que a guerra deixa de ser notícia e passa a…
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Lançamento eBook — A Democracia Infantil
BOX DE FACTOS Obra: A Democracia Infantil Tom: crónica-livro, crítica, poética, sem anestesia Tema central: quando a democracia vira recreio e a cidadania vira plateia Formato: edição cuidada, com capa e contracapa integradas Leitura recomendada para: quem ainda não desistiu de pensar Lançamento — A Democracia Infantil “Há países que elegem governos. E há países que elegem encenações. O palco é o mesmo; muda apenas a maquilhagem. E o público… aprende a bater palmas.” Hoje publicamos oficialmente o novo livro A Democracia Infantil — uma obra que nasce da urgência, não do conforto. Nasce do espanto (e da raiva serena) de ver a palavra “democracia” usada como rótulo de supermercado:…
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Portugal – A Democracia em Cima do Joelho e a Imprensa de Joelhos
BOX DE FACTOS Tese: parte significativa da comunicação social deixou de fiscalizar o poder e passou a enquadrá-lo. Método: ciclos curtos de notícia, perguntas inofensivas, ausência de seguimento e glorificação do “perfil”. Efeito: escândalos sem consequência, cidadania exausta, democracia formal e substância em erosão. Exemplo recente: a cobertura elogiosa e superficial de nomeações de topo do Estado, tratadas como “salvação”. Antídoto: insistência, arquivo público, fontes primárias, métricas e responsabilização nominal. A Democracia em Cima do Joelho e a Imprensa de Joelhos Quando a notícia troca a pergunta pela reverência, o Estado ganha conforto e o cidadão perde soberania. Não é censura: é gestão de atenção. 1) O jornalismo de ocasião…
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Agostinho da Silva e a Economia da Ideia: Portugal por Cumprir
BOX DE FACTOS Ângulo: Agostinho da Silva lido à luz da economia da ideia (imaginação produtiva). Tese: no século XXI, soberania e riqueza nascem do conceito, da criação e do pensamento livre. Diagnóstico: uma escola que domestica cria um país resignado; um país resignado perde o futuro. Farol: “Portugal por cumprir” — não nostalgia, mas tarefa civilizacional. Fecho: ou somos autores do futuro, ou consumidores do futuro dos outros. Agostinho da Silva e a Economia da Ideia: Portugal por Cumprir O século XXI está a confirmar uma viragem silenciosa: a riqueza e a soberania já não dependem apenas do que se extrai — dependem do que se concebe. E um…
- Cidadania, Colaboração, Filosofia, Fragmentos de Caos, Justiça e Democracia, Literacia, O futuro é já amanhã, Sociedade e politica
Portugal por Cumprir: a Liberdade como Nascente
BOX DE FACTOS Tema: Agostinho da Silva e a educação como acto de libertação. Eixo central: a liberdade como fonte inesgotável — não concedida, mas originária. Diagnóstico: uma escola que domestica produz um país resignado. Ideia-farol: “Portugal por cumprir” não é nostalgia: é tarefa civilizacional. Proposta: cumprir Portugal é cultivar criação, responsabilidade e coragem interior. Portugal por Cumprir: a Liberdade como Nascente “Há países que se explicam por mapas. Portugal explica-se melhor por uma pergunta — e por uma promessa que ainda não se atreveu a ser cumprida.” Há uma forma de ler Agostinho da Silva como quem abre uma janela num quarto abafado: não para “concordar” com uma teoria,…
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As Portas Giratórias da Vergonha: PJ, Poder e a Normalização do Conflito
BOX DE FACTOS Tema: nomeações, promoções e “portas giratórias” em cargos de topo do Estado. Exemplo: corrida à direcção da PJ e a sombra inevitável das ligações políticas (mesmo quando são apenas familiares). Problema: em Portugal, a confiança pública é tratada como detalhe — e depois queixam-se da “falta de credibilidade”. Ponto jurídico: o director nacional da PJ é nomeado por despacho do Primeiro-Ministro e do membro do Governo responsável pela justiça. Tese: o que mata não é só a corrupção (quando existe) — é a normalização do conflito e da aparência de conflito. As Portas Giratórias da Vergonha A democracia não se perde apenas com ditadores. Perde-se, lentamente, quando…





























