- Corrupção, Crime Organizado, Elites patéticas, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, País de Desigualdades e Injustiça
A Lei de Veludo e o Povo de Lixa
BOX DE FACTOS O tema: dívidas elevadas ao Estado e um mecanismo legal de “recomeço” (exoneração do passivo restante) a gerar choque público. O nó moral: quando a lei parece severa para o pequeno e indulgente para o grande, a confiança pública racha. Nota essencial: ser arguido não é ser condenado — a crítica aqui incide no sistema e na desigualdade de consequência. Questão central: as salvaguardas do regime são aplicadas com o mesmo rigor que o Estado exige ao contribuinte comum? Resultado: cinismo, abstenção, raiva — não por falta de civismo, mas por instinto de sobrevivência. FRASE-CHAVE: Em Portugal, a justiça tem dois tecidos: um é lixa, outro é…
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Softelabs Static Press: Conversão de conteúdo WordPress para HTML puro e potente
BOX DE FACTOS Produto: Softelabs Static Press. O que faz: converte artigos e páginas WordPress em site HTML puro. Inclui: pesquisa no site + funções de mensagens (contacto/recados/pedidos). Vantagens: mais velocidade, menos manutenção, menor superfície de ataque, alojamento mais barato. Ideal para: blogues, sites institucionais, portfólios, bases de conhecimento e projectos soberanos. Softelabs Static Press: WordPress para HTML puro — rápido, leve e sem coleiras Quando o conteúdo é rei, o trono não tem de ser pesado. Softelabs Static Press transforma WordPress em HTML puro com pesquisa e mensagens: o essencial, sem ruído. O WordPress foi, durante muito tempo, a ferramenta certa para quase tudo. Mas o tempo passou, os…
- Artificial Intelligence, Collective Intelligence, Democracia Directa, Democracia e Sociedade, Partilha, Produtividade e inovação, Social Networking, Team Collaboration
Democracia 3.0: Da Urna à Soberania em Tempo Real
BOX DE FACTOS Democracia 1.0: representação por mandato longo; participação episódica; grande distância entre eleitor e decisão. Democracia 2.0: participação e deliberação (orçamentos participativos, consultas, assembleias de cidadãos), muitas vezes sem efeito vinculativo. Democracia 3.0: democracia directa com deliberação, verificação e auditoria — participação com impacto real ao longo do ciclo da política pública. Risco central: sem salvaguardas, a democracia directa degrada-se em plebiscitarismo emocional e manipulação algorítmica. Chave do sucesso: deliberação antes da decisão, identidade robusta, auditoria independente, inclusão e transparência. Democracia 3.0: Da Urna à Soberania em Tempo Real A democracia nasceu para um mundo lento. Mas o mundo acelerou — e a soberania ficou presa a um…
- Banalidade do mal extremo, Democracia e Sociedade, Manifesto, Política Internacional, Soberania Digital, Sociedade e politica, Team Collaboration
NATO 3.0: A Europa, finalmente adulta (ou órfã em negação
BOX DE FACTOS “NATO 3.0” é a etiqueta do reequilíbrio: mais esforço europeu, menos “automático” na protecção americana. O choque não é militar — é psicológico: a Europa percebe que garantias podem variar com ciclos políticos. A UE tem cláusula (42.7), mas uma cláusula não substitui comando, indústria, munições e prontidão. Três perguntas mandam no debate: quem paga, quem manda e quem garante o último degrau. Tese central: ou a Europa cresce, ou é gerida. FRASE-CHAVE: A Europa não está a receber permissão para crescer — está a perder a garantia automática de não ter de crescer. NATO 3.0: A Europa, finalmente adulta (ou órfã em negação) “Os EUA autorizam…
- Corrupção, Crime Organizado, Domesticação mentes, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, Pobreza miserável
Altar e Trono: os dois gémeos do controlo — quando a fé e a política viram ferramenta de domesticação
BOX DE FACTOS Quando se corrompem: religião e política convergem numa coisa: controlo. Ferramentas clássicas: medo, culpa, promessa adiada, inimigo inventado, ritual e propaganda. Objectivo recorrente: povo dócil, elites estáveis, exploração “legitimada”. O truque-mãe: substituir consciência por obediência. A nuance essencial: fé e política podem servir a dignidade; o problema é quando viram máquina. Altar e Trono: os dois gémeos do controlo Igreja e política — Sempre irmanadas quando deixam de ser serviço e passam a ser império — nascem da mesma semente: dominar o povo, domesticar a consciência, e garantir que a maioria trabalha enquanto uma minoria decide. A semente: controlar através da narrativa O poder precisa de história.…
- Assalto a "coisa pública", Corrupção, Crime Organizado, Elites patéticas, Manipulação da verdade, Mediocridade, País de Desigualdades e Injustiça
Quando o Rico Não Paga: a arte de discutir impostos até ao infinito
BOX DE FACTOS Para o comum mortal: falhar um imposto é cair numa trituradora de prazos, juros e ameaças. Para o muito rico: não é “não pagar” — é “discutir” (anos), “recorrer” (mais anos) e “reinterpretar”. A assimetria real: não está só no dinheiro — está no tempo, nos advogados e na resistência ao desgaste. O efeito social: quando a justiça fiscal parece selectiva, a confiança pública evapora. O ponto-chave: a lei pode ser igual no papel; a sua experiência não é igual na vida. Quando o Rico Não Paga: a arte de discutir impostos até ao infinito No país das urgências permanentes, a pobreza paga depressa e pede desculpa.…
- Assalto a "coisa pública", Corrupção, Crime Organizado, Elites patéticas, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, País de Desigualdades e Injustiça
O País do PowerPoint: quando a ferrovia é gerida por slides
BOX DE FACTOS O Tribunal de Contas auditou a execução do Programa Ferrovia 2020 e concluiu que o planeamento foi, no mínimo, optimista. Uma crítica central: ausência de um documento formal com programação física e financeira — a “gestão” vivia, em larga medida, de apresentações. O programa, lançado em 2016, acumulou atrasos e derrapagens, com metas revistas ao longo do tempo. Moral provisória: em Portugal, o carril é de aço… mas o plano é de PowerPoint. O País do PowerPoint: quando a ferrovia é gerida por slides Há países que planeiam com mapas, números e prazos. Nós planeamos com transições suaves, setas coloridas e aquela fé infantil: “no próximo slide,…
- Corrupção, Crime Organizado, Democracia e Sociedade, Domesticação mentes, Elites patéticas, Manipulação da verdade, Mediocridade, Novas formas domesticar opiniões, País de Desigualdades e Injustiça
A Geração do Slogan: jovens formatados, tribais e analfabetos políticos com juízos em rajada
BOX DE FACTOS Uma parte da juventude foi treinada a repetir slogans antes de aprender a pensar. O debate foi substituído por etiquetas: rótulo acima de argumento. O tribalismo político funciona como futebol sem bola: “os meus” contra “os outros”. O moralismo instantâneo cria tribunais de 7 segundos: contexto morto, indignação viva. Sem pensamento crítico não há liberdade — há pertença e obediência disfarçada. A Geração do Slogan: tribos, moral instantânea e analfabetismo político Não lhes faltam megafones — falta-lhes bússola. Não lhes falta indignação — falta-lhes leitura do mundo. E sem pensamento crítico, a juventude não se torna livre: torna-se útil. É triste ver uma parte desta nova geração…
- Assalto a "coisa pública", Burocracia, Elites patéticas, Justiça e Democracia, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, Novas formas domesticar opiniões
Portugal sem espelhos: quando o humor é domesticado, o poder respira
BOX DE FACTOS O humor é, muitas vezes, o último espelho que resta quando a crítica é arquivada em comissões. O politicamente correcto raramente diz “proibido rir”; prefere dizer “cuidado”, até a gargalhada ficar domesticada. O poder tolera o riso desde que seja inofensivo: humor de sala, não humor de rua. Quando um talento se adapta ao “aceitável”, o sistema respira — e o povo prende a respiração. Portugal sem espelhos: quando o humor é domesticado, o poder respira Há um país que teme mais o riso do que a crítica: porque a crítica discute-se; o riso desmascara. E quando o humor deixa de morder, a canalhice prospera como bolor…
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Uma reflexão pessoal – Contra os Mitos: eu respondo por mim
BOX DE FACTOS Abominar mitos é recusar a idolatria como atalho moral. Responsabilidade é responder pelos próprios actos sem “crachás” de virtude. Consciência não é palco: é tribunal íntimo, sem aplauso. A excepção não é idolatria: é legado — a raiz que não mente. Um pai não é um mito: é um homem real que nos ensinou com vida e silêncio. Contra os Mitos: eu respondo por mim — e só ao meu pai faço vénia Não celebro deuses, nem homens com coroa, nem santos de cartaz. A minha moral não é emprestada: é minha. E é a mim — e aos outros — que presto contas. Só há uma…




























