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A liberdade perante a tentação autoritária
Uma crónica sobre a liberdade de manifestação, o escrutínio democrático e os limites do poder perante a tentação autoritária.
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Porque falham as democracias ocidentais e rasgam o contrato social
Crónica sobre a erosão das democracias ocidentais e a quebra do contrato social, com o caso da banca portuguesa, a educação e a influência do poder económico.
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A Constituição Empenhada — A Democracia que Deixou os Cidadãos a Dormir em Tendas
Uma crónica sobre a distância entre o direito constitucional à habitação e a precariedade das famílias portuguesas.
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O orgulho de cumprir a palavra
Uma crónica pessoal sobre a palavra dada, a responsabilidade profissional e o orgulho de cumprir, com uma reflexão sobre a excelência como prática quotidiana.
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Portugal: uma democracia cada vez mais musculada?
Quando a contestação pacífica encontra bastões, é a própria qualidade da democracia que fica sob escrutínio.
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Quando a democracia veste um capacete e empunha um bastão
Uma reflexão crítica sobre as intervenções policiais nas manifestações pela habitação, os direitos constitucionais e a responsabilidade política.
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A Europa está a arder. Mas quem escuta os cidadãos?
Uma reflexão sobre a Europa, a habitação e a distância entre poder e cidadãos.
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Portugal não pode continuar à espera de si próprio
Portugal não pode continuar à espera de si próprio Uma reflexão crítica e construtiva sobre o país político, o país real e a responsabilidade de construir um futuro digno para todos. Autoria: Francisco António dos Santos GonçalvesCo-autoria, investigação e assistência editorial: Augustus Veritas — AI AssistantFragmentos do Caos · 23 de Outubro de 2026 I. O país político e o país real Há dois países que coexistem no mesmo território, partilham a mesma bandeira, cantam o mesmo hino e, contudo, parecem viver em universos diferentes. Um é o país político, onde os dias se sucedem entre declarações, acusações, polémicas, disputas partidárias e intermináveis exercícios de retórica. O outro é o…
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Quando a democracia acaba às 00h30
As tendas incomodam o poder. A falta de habitação, aparentemente, pode esperar.
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A Europa que enriqueceu os mercados e esqueceu os cidadãos
Quatro décadas de promessas de prosperidade, uma fractura social persistente e a urgência de reconstruir o contrato democrático europeu.




























