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Quando o Estado Investiga o Estado — Quem Fiscaliza os Guardiões da Democracia?
O silêncio, a fiscalização da força policial e a obrigação democrática de prestar contas
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A arrogância do poder e o silêncio da democracia
Esta crónica analisa a comunicação de Luís Montenegro de 3 de Novembro de 2026 e os limites democráticos da autoridade política. A crítica incide sobre a prestação de contas, o direito de manifestação e a necessidade de escrutínio da actuação policial.
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A Justiça que deixou Abril à porta
À luz das declarações de António Barreto, uma crónica sobre a democratização inacabada da cultura judicial, o poder da demora e a distância entre os direitos escritos e a vida dos cidadãos.
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A geração mais informada da História e a pobreza da conversa
Uma crónica crítica sobre diplomas, curiosidade, distracção digital, universidade e a estranha pobreza da conversa numa época de conhecimento quase ilimitado.
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Trump, Putin e o extraordinário negócio de dar tiros nos próprios pés
Quando a guerra encarece o petróleo, a Casa Branca descobre que o adversário também tem uma bomba de combustível.
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A Democracia dos Espectadores: Quando o Poder Trata os Cidadãos como Crianças
Entre o comentário partidário, a fragilidade do escrutínio e a urgência de uma cidadania adulta.
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PSD, Chega e o teste democrático do Rossio: a ordem não está acima da liberdade
O poder democrático mede-se pela capacidade de respeitar a contestação — não apenas pela capacidade de impor a ordem. Quando a autoridade encontra a Constituição O debate sobre as manifestações pelo direito à habitação no Rossio ultrapassa largamente a discussão sobre tendas, horários e ocupação de uma praça. Coloca uma pergunta elementar: numa democracia, quem fiscaliza os limites da autoridade? A resposta não pode ser «a própria autoridade». A Constituição, os tribunais e o escrutínio público existem precisamente para impedir que a ordem se converta num argumento que encerra a discussão. O que aconteceu — e o que o tribunal decidiu As operações policiais de outubro e do início de…
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Quando os hackers desligam o frio: a irresponsabilidade tecnológica que ameaça os supermercados europeus
Os ciberataques a sistemas de refrigeração europeus expõem fragilidades na arquitetura IT/OT e mostram como reduzir os danos.
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Quando o Estado de direito encontra o bastão
FRAGMENTOS DO CAOS · CRÓNICA DE CIDADANIA Quando o Estado de direito encontra o bastão A liberdade de manifestação, a proporcionalidade policial e a responsabilidade democrática Por Francisco Gonçalves · 25 de outubro de 2026 A Constituição não é um adereço das cerimónias de Abril Há um paradoxo perturbador no Portugal de outubro de 2026: cidadãos que reclamam o direito à habitação veem as suas tendas removidas por operações policiais enquanto a resposta estrutural à crise habitacional permanece por concretizar. Uma democracia pode impor regras à ocupação do espaço público. Não pode, porém, tratar a proporcionalidade do uso da força como um pormenor administrativo. Em 25 de outubro, as intervenções…
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O Ocidente à Venda — Quando a Riqueza Compra o Poder
O Ocidente à Venda — Quando a Riqueza Compra o Poder Quando a riqueza compra o poder e a democracia começa a perder os seus cidadãos. Augustus Veritas | 1 de Novembro de 2026 | Fragmentos do Caos Síntese da investigação A concentração patrimonial, a fragilidade da mobilidade social, a erosão institucional e a inteligência artificial podem reforçar-se mutuamente. Os dados não demonstram um colapso inevitável; revelam riscos que exigem escolhas democráticas. A promessa que está a ser quebrada A civilização ocidental construiu uma promessa política extraordinária: a liberdade individual seria acompanhada de oportunidades reais, o trabalho permitiria uma vida digna e o voto daria a cada cidadão uma parcela…




























