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A Escola Que Continua a Ensinar o Passado
Na era da inteligência artificial, os países que mantiverem uma educação centrada na memorização e nos exames ficarão presos ao passado e dependentes das tecnologias e decisões produzidas por outros.
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A liberdade dos outros
Uma crónica inspirada numa reflexão de Agostinho da Silva sobre a contradição entre reclamar liberdade para nós próprios e resistir à liberdade dos outros.
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A Ovelha, o Comboio e o Rebanho Humano
Uma memória junto ao Zêzere torna-se reflexão sobre comportamento gregário, cascatas informacionais, redes sociais, inteligência artificial e a necessidade de pensar antes de seguir a multidão.
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Quando Portugal Começou a Falar em Rede
Uma memória pessoal da transformação tecnológica de Portugal nas décadas de 1980 e 1990: Multibanco, Via Verde, X.25, Frame Relay, POS e as equipas que construíram a infraestrutura invisível.
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A IA Não Torna Ninguém Inteligente
A IA não multiplica automaticamente inteligência. Sem conhecimento, curiosidade, pensamento crítico e organizações redesenhadas, uma tecnologia revolucionária pode limitar-se a acelerar velhos processos.
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Em Portugal, o Prejuízo é Sempre Legal
Uma crónica satírica sobre a diferença entre não cometer um crime e governar bem: procedimentos impecáveis, responsabilidade evaporada e a velha competência do contribuinte para pagar.
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Cândido no Pontal, ou o Melhor dos Governos Possíveis
Uma sátira política inspirada em Cândido, de Voltaire: no Pontal, o Governo apresenta resultados reais e sugere que o país talvez esteja excessivamente informado sobre aquilo que corre mal.
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Ainda acredito na humanidade, e num futuro digno para todos!
Ainda acredito na humanidade Nota pessoal · Francisco Gonçalves Acredito na humanidade. Mas, ao chegar ao fim de uma vida longa, começo por vezes a detestar os humanos. Talvez eu não esteja verdadeiramente a começar a detestar os seres humanos, mas aquilo em que tantos escolhem transformar-se quando lhes dão poder, dinheiro ou impunidade. Ao longo de uma vida, a esperança deixa de ser ingénua. Vemos a mentira recompensada, a mediocridade promovida, a crueldade normalizada e a decência tratada como fraqueza. Vemos homens sem mérito ocuparem os lugares de quem trabalhou, estudou e criou. Vemos a justiça hesitar perante os poderosos e correr apressada atrás dos frágeis. É cansativo. A…
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Europa: O Apeadeiro da Obsolescência
A Europa quer governar a velocidade da inovação sem dominar o motor. Uma crónica sobre regulação, dependência tecnológica, falta de escala e o risco de o continente construir metodicamente a sua própria obsolescência.
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A Corrupção Compensa em Portugal?
A corrupção não compensa Portugal, mas continuará a parecer vantajosa enquanto o benefício for imediato, a Justiça lenta e a responsabilidade política quase inexistente. Uma crónica sobre o custo económico, institucional e cívico da corrupção.

























