-
O Comboio Não Vai Parar
Crónica sobre a aceleração tecnológica, inteligência artificial e a diferença entre governar a transformação e imaginar que é possível pará-la.
-
Portugal precisa de transparência nas contas públicas
Portugal precisa de contas públicas completas, compreensíveis e verificáveis, com ligação entre orçamento, contratos, pagamentos e resultados e responsabilidade pelos desvios.
-
O futuro da educação no século da Inteligência Artificial
A Inteligência Artificial não torna o conhecimento menos importante. Torna insuficiente a ideia de que alguns anos de formação podem educar alguém para toda a vida. O futuro pertence aos aprendizes permanentes.
-
Trump Putin e a China na disputa pelo poder mundial
Uma análise estratégica da aproximação entre Trump e Putin, da parceria russo-chinesa e dos riscos para a Europa e os Estados Unidos, à luz da responsabilidade moral e da protecção dos povos.
-
O Dinheiro Público Não Tem Dono — Mas Parece Ter Demasiados Senhores
Quando um dirigente público questiona a legalidade de um pagamento de 26 milhões de euros e acaba afastado, a democracia tem o dever de exigir explicações.
-
A economia que os governos escolhem premiar
Uma crónica crítica sobre a responsabilidade dos governos pelos incentivos que premiam o privilégio, a especulação abusiva e a captura de rendas, em vez do investimento que cria valor para a sociedade.
-
Putin promete, Trump concede
Uma crónica sobre as promessas de fornecimento de gasóleo russo, as concessões de Trump e a pressão sobre a Ucrânia, distinguindo factos documentados de interpretação política.
-
Portugal e o caminho para a prosperidade: das crónicas a um programa de reformas
Apresentação do livro de Francisco Gonçalves, nascido das suas notas e escritos, das conversas com Augustus Veritas AI e do acervo de artigos e crónicas do Fragmentos do Caos.
-
O Nobel da Economia e o Grande Casino do Capitalismo
Quando a ciência económica legitima um sistema que já não sabe distinguir riqueza, especulação e poder.
-
Quando a sobrevivência passa a parecer destino
Quando os lúcidos se calam, os honestos se encolhem e a mediocridade é premiada, sobreviver pode começar a parecer destino.























