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Quem decide o que é desinformação?
Combater a desinformação é necessário. Mas uma democracia deve perguntar quem decide o que é falso, segundo que critérios e com que controlo. Uma crónica sobre verdade, poder, liberdade de expressão e escrutínio.
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Ciência do Século XXI, Governantes da Idade Média
Nunca a humanidade teve ciência e tecnologia tão poderosas. A questão é saber se as nossas instituições políticas e os dirigentes que escolhemos conseguem amadurecer à mesma velocidade.
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Portugal: Um País Desenvolvido que Começa a Parecer Subdesenvolvido
Uma crónica crítica e satírica sobre o contraste entre os bons indicadores macroeconómicos de Portugal e a experiência quotidiana de cidadãos confrontados com habitação cara, serviços públicos frágeis, burocracia, baixa produtividade e dificuldade de execução.
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A Servidão Humana no Século XXI
A servidão moderna raramente precisa de correntes. Uma crónica sobre imprensa, democracia, autocensura, dependência, ruído e a coragem necessária para transformar informação em consciência.
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O Fumo que Começa a Sair pelas Frestas
Uma crónica satírica sobre a governação de Luís Montenegro, a presidência discreta de António José Seguro e um sistema político que insiste em discutir o fumo antes de reparar o edifício.
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Incompetence Hoisted to Power — With Brass Band, Red Carpet and All
A critical chronicle on political promotion, institutional inertia and the systems that reward the ability to rise through power more reliably than the ability to improve institutions once there.
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O escudo que a Europa esqueceu de construir
A Europa começa a ligar alerta espacial, interceptores exo-atmosféricos, defesa hipersónica e experiência ucraniana num futuro escudo comum. A tecnologia avança; a decisão política terá de acompanhar.
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Portugal: Carruagens Usadas para o Povo, Comboio-Hotel para os Ricos
Um país pode vender luxo. O que não deveria aceitar é tornar-se luxuoso para quem chega e precário para quem cá vive.
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O pombo-correio das pensões: quando «não há alternativa» substitui a governação
O envelhecimento da população portuguesa é real, mas não apareceu ontem. Esta crónica questiona o uso de «não há alternativa» para transformar escolhas políticas sobre pensões em fatalidades técnicas e defende planeamento, cenários e escrutínio democrático.
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Quando a origem substitui o argumento: IA, tribalismo e a pobreza do debate democrático
A suspeita de que um texto teve colaboração de inteligência artificial tornou-se um novo filtro de pertença. Esta crónica defende que autoria e transparência importam, mas não podem substituir a avaliação dos factos, das fontes e da coerência dos argumentos.























