Cidadania
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Quem Ficou à Porta da Vinha? — um livro sobre o silêncio que também enfraquece a democracia
Apresentação de «Quem Ficou à Porta da Vinha?», um ensaio sobre cidadania, integridade, silêncio e a responsabilidade de defender quotidianamente a democracia.
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As redes sociais: agentes das trevas
Uma crónica sobre algoritmos, desinformação, fábricas de trolls, TikTok, jornalismo capturado e a urgência de recuperar a soberania democrática sobre a atenção.
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A Cidadania que Ficou pelo Caminho
Uma crónica sobre a erosão silenciosa da cidadania, a confusão entre liberdade e ausência de responsabilidade e a necessidade de preparar jovens para uma democracia e um futuro cada vez mais exigentes.
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O Pontal do copo meio cheio num país de confiança meio vazia
A Festa do Pontal de 2026 deveria ter servido para reconstruir confiança. Luís Montenegro preferiu falar do “copo meio cheio”, da “maledicência” e de uma “censura moderna”. O problema é que escrutínio não é censura e resultados económicos não anulam exigências de transparência política.
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O SNS precisa de um cérebro, não de mais remendos
Crónica sobre o SNS, a fragmentação dos cuidados e uma proposta de infraestrutura tecnológica nacional para melhorar acesso, continuidade, prevenção, dados, inteligência artificial e responsabilização.
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O Estado-mercearia e a gaveta das pensões
Uma crónica crítica sobre o Estado que administra a Segurança Social como uma gaveta própria, fragmenta as contas e depois utiliza o medo das pensões para exigir novos sacrifícios.
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Os apartamentos do Chiado e a Justiça dos pobres
Crónica crítica sobre a doação de imóveis antes de um arresto, a lentidão dos grandes processos económicos e a desigualdade material entre quem vive de salários baixos e quem consegue financiar anos de litigância.
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O País dos Silêncios de Cemitério
Perante o emaranhado de obras, contratos, relações privadas e um atrelado apreendido, Governo, Presidência e Parlamento parecem apostar no silêncio, na prudência e no cansaço dos cidadãos.
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Portugal, o País dos Empecilhos: a República do Papel com Interface
BOX DE FACTOS O empecilho não é só burocracia: é um modelo cultural que normaliza a opacidade e a demora. O “digital” muitas vezes é papel com interface: múltiplos módulos, pouca coerência, e informação desencontrada. Custos invisíveis: tempo perdido, ansiedade, desistência, e erosão de confiança nas instituições. Um Estado moderno mede e reduz carga administrativa; não a multiplica nem a romantiza. Consequência: sufoca-se a inovação, a vida económica e a dignidade do cidadão comum. Portugal, o País dos Empecilhos: a República do Papel com Interface Há países onde o cidadão é tratado como adulto. E há países onde o cidadão é um suspeito por defeito — um número com pernas,…
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O Teatro de Sofá: A Paz Alheia, a Defesa dos Outros e a Revolta Confortável
BOX DE FACTOS Segurança não é um estado natural: é um projecto (com custos, alianças e riscos). Criticar alianças e bases militares pode ser legítimo — mas exige modelo alternativo credível. O pós-guerra europeu assentou em pilares concretos: recuperação económica (ERP/Plano Marshall), dissuasão e defesa colectiva (NATO/Artigo 5). O paradoxo do “teatro de sofá”: querer paz + soberania + neutralidade + custo zero. Sem resposta à pergunta “quem paga e como?”, fica apenas o slogan. O Teatro de Sofá A Paz Alheia, a Defesa dos Outros e a Revolta Confortável Há uma indignação que nasce sem suor: a indignação do conforto. Exige paz, condena a defesa, e vive como se…




























