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Portugal e Finlândia: 52 Anos Depois
Portugal melhorou profundamente desde 1974. Mas cinquenta e dois anos depois, a pergunta já não pode ser apenas de onde partimos. O paralelo com a Finlândia obriga a perguntar até onde poderíamos ter chegado.
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Quando o Saber Deixou de Pedir Licença
Treze anos depois de uma reflexão sobre software aberto e aprendizagem livre, a inteligência artificial transforma o acesso ao conhecimento numa nova questão de cidadania, autonomia intelectual, criação e soberania tecnológica.
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A República do Atrelado, do Scanner e da Maca
Crónica satírica sobre a governação portuguesa, a responsabilidade política sem consequências e a distância entre o país real e o país comunicado.
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A escola onde ninguém precisa de derrotar ninguém
Uma crónica sobre a escola, a rivalidade e a necessidade de ensinar cada aluno a superar-se a si próprio, sem transformar os colegas em adversários.
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A liberdade dos outros
Uma crónica inspirada numa reflexão de Agostinho da Silva sobre a contradição entre reclamar liberdade para nós próprios e resistir à liberdade dos outros.
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A humanidade ainda é capaz de pensar?
Um ensaio sobre pensamento crítico, dúvida, inteligência artificial, delegação cognitiva e o risco de uma humanidade rodeada de respostas que desaprende lentamente a formular perguntas.
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A humanidade que vê tudo e compreende tão pouco
A humanidade multiplicou os instrumentos de visão, mas continua presa à aparência, à reacção tribal e à leitura superficial. Uma crónica sobre a maturidade intelectual que ainda falta à civilização.
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A Curiosidade que Forma Profissionais e Cidadãos
O talento abre possibilidades, mas só o estudo, a leitura, a disciplina e a curiosidade constroem profissionais competentes e cidadãos responsáveis.
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A magia com que nascemos
Uma reflexão sobre a liberdade original da infância, a imaginação, a educação familiar e escolar e a necessidade de preservar o espanto que permite aos seres humanos criar futuros diferentes.
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O Estado da Nação: O Fundo Tem Alçapão
Um retrato do estado da nação em 2026: crescimento sem confiança, habitação inacessível, SNS em resistência, exames em falha, Justiça lenta, responsabilidade política suspensa e uma Presidência que promete falar no momento certo.



























