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O Nobel, o Móvel e a Gaveta Portuguesa
James A. Robinson e Nuno Palma voltam a diagnosticar o compadrio, a lentidão da Justiça e a fragilidade institucional portuguesa. A novidade não está na doença, mas no selo internacional colocado sobre uma realidade que o Fragmentos do Caos descreve há anos.
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A corrupção que só existe na percepção
Uma crónica sobre o uso da palavra «percepção» como certificado de inocência institucional, num país onde a opacidade, a lentidão e a prescrição dissolvem responsabilidades.
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Autópsia de um País Adiado
Uma autópsia política, económica e tecnológica de Portugal, cinquenta e dois anos depois do 25 de Abril, escrita a partir da experiência de quem viveu activamente a revolução informática e viu o país adiar repetidamente o futuro.
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Portugal Cavou um Buraco Bem Fundo
Crónica crítica e irónica sobre a fragilidade económica dos média, a concentração da propriedade, a proximidade aos centros de poder e o risco de uma democracia com muitos microfones, mas poucas perguntas incómodas.
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O Génio da Lâmpada e a Imbecilidade Nacional
A propósito do título “Amanhã chega a Lisboa um economista que sabe porque falha Portugal”, uma crónica sobre o provincianismo mediático, a indústria nacional do diagnóstico e os governos que conhecem os bloqueios do país, mas regressam sempre à administração do atraso.
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Luís Neves e o Regime do Silêncio Protegido
Contratos públicos, obras particulares, declarações patrimoniais em falta e um atrelado apreendido: o caso Luís Neves revela uma democracia que exige confiança, mas demora demasiado a oferecer explicações.
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A Profícua Reunião Sobre Coisa Nenhuma
Seguro almoçou com Cavaco, a Presidência anunciou uma «profícua troca de ideias» e a imprensa publicou fotografias. As ideias, essas, permaneceram em rigoroso sigilo institucional.
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A Inteligência dos Oligarcas
Uma crónica sobre inteligência artificial, concentração de riqueza, poder das plataformas, soberania digital e a disputa política por quem receberá os ganhos da nova revolução tecnológica.
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Portugal em modo século XVIII
Uma crónica crítica sobre o paradoxo de uma Administração Pública portuguesa digital na aparência, mas lenta, fragmentada e desproporcionada na experiência quotidiana de cidadãos, empresas e investidores.
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Portugal, a Novela Mexicana de Muito Mau Gosto
Portugal transformou-se numa novela política em tempo real: o poder representa, as instituições fazem figuração e o povo continua sentado no sofá.























