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Portugal : O Regime-Ouriço
Uma crónica sobre a democracia portuguesa que pede votos, invoca estabilidade e fecha os espinhos quando os cidadãos exigem transparência, responsabilidade e prestação de contas.
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A democracia depois da confiança
Uma crónica sobre a confiança como património essencial da democracia, a diferença entre legitimidade legal e autoridade moral e a erosão da responsabilidade política em Portugal.
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Portugal, o País que Muda para Ficar na Mesma
Uma crónica crítica sobre um Portugal que modernizou as ferramentas, mas conserva velhos hábitos de poder, burocracia, clientelismo e irresponsabilidade.
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A República da Porta Lateral
Uma crónica sobre o contraste entre a transparência formal das instituições e as redes discretas de lealdade, influência e favorecimento que podem actuar nos bastidores do poder.
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A Justiça Debaixo das Bombas e a Justiça Deitada à Sombra
Uma crónica sobre o contraste entre a capacidade ucraniana de investigar figuras próximas do poder durante a guerra e a lentidão estrutural da justiça portuguesa nos processos de corrupção de alto nível.
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Quando a rua fala e o poder escuta
Em plena guerra, protestos contra a remodelação militar ucraniana produziram uma mudança rápida no comando das Forças Armadas. Uma reflexão sobre escuta democrática, responsabilidade política e o contraste com a cultura governativa portuguesa.
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Efectivamente, Está Tudo Sob Controlo
Em Portugal, os problemas estão sempre sob controlo, sobretudo quando ninguém os controla. Uma sátira mordaz sobre aparência, burocracia, pequenos poderes, reuniões e mediocridade institucional.
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Os Faraós da República
Uma crónica sobre o aparato faraónico do poder político português, a pobreza de espírito das suas elites, a incompetência sem consequências e uma democracia progressivamente esvaziada pela desigualdade, pelo clientelismo e pela ausência de responsabilidade.
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O país onde ninguém está, mas todos têm gabinete
Uma crónica satírica sobre o país onde todos estão atentos, ninguém aparece e o vazio institucional continua a dispor de gabinete, assessoria e carro oficial.
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Portugal e a eterna invenção da roda
Portugal não precisa de inventar uma nova roda. Precisa de executar, com três décadas de atraso, o caminho conhecido: investigação aplicada, gestão competente, sistemas abertos, escala empresarial e valorização de quem sabe fazer.


























