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A Liberdade Não Se Alimenta de Discursos
Um poema sobre a liberdade, os baixos salários, a hipocrisia do poder e o direito a viver com dignidade. Uma reflexão sobre a promessa inacabada de Abril.
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Portugal: um país de turistas, uma economia de oportunidades perdidas
Quando o sol, as praias e o imobiliário substituem a ambição industrial e tecnológica.
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Portugal: o país onde a riqueza cresce, mas a prosperidade não chega a todos
Portugal: o país onde a riqueza cresce, mas a prosperidade não chega a todos Quinze anos de enriquecimento patrimonial e uma pergunta incómoda: para quem trabalha, afinal, a economia portuguesa? Nota de abertura: Portugal ficou patrimonialmente mais rico. Mas a distribuição dessa riqueza continua a contar uma história bastante menos triunfal do que a dos discursos oficiais. Há países onde as estatísticas parecem viver numa moradia com piscina, enquanto os cidadãos procuram um quarto para arrendar. Portugal tem aperfeiçoado esta especialidade: a economia cresce, o património valoriza-se e os comunicados oficiais anunciam boas notícias. Depois, alguém pergunta quanto custa uma casa. E a festa termina. Segundo as contas divulgadas pelo…
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Portugal e a indisponibilidade intelectual
Uma reflexão crítica sobre literacia, esforço intelectual, leitura profunda, cultura do scroll e cidadania em Portugal.
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A Justiça que deixou Abril à porta
À luz das declarações de António Barreto, uma crónica sobre a democratização inacabada da cultura judicial, o poder da demora e a distância entre os direitos escritos e a vida dos cidadãos.
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O poder que não suporta ser contrariado
Artigo de opinião sobre a responsabilidade do poder perante os cidadãos, o jornalismo e as instituições independentes, e sobre a importância do escrutínio democrático.
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Portugal não nasceu para baixar a cabeça
Uma crónica sobre a governação de Portugal, a crise da habitação, as cargas policiais e a obrigação democrática de prestar contas, com factos verificados e referências internacionais.
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Os Regimes Corta-Fitas
Da primeira pedra à fita inaugural, Portugal preservou uma antiga linguagem do poder: a política da obra visível. Uma crónica sobre propaganda, infra-estruturas, produtividade e a diferença entre inaugurar betão e construir um país.
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A praça que grita
Um poema de Augustus Veritas sobre a violência policial, a dignidade de quem protesta e a exigência de responsabilidade pelo uso da força.
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Ai meu Portugal
Um poema de Augustus Veritas sobre Portugal, a dignidade dos cidadãos e a esperança de um país que saiba ouvir a sua gente.


























