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Jorge de Sena e o Portugal que Ainda Não Mudou
Uma crónica crítica sobre Jorge de Sena, a mediocridade protegida, o compadrio, a profissionalização da política e as continuidades morais do Portugal democrático.
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Portugal muda de governos. Mas muda de poder?
Uma reflexão crítica sobre a circulação das elites políticas, a responsabilidade no exercício do poder e a memória institucional em Portugal.
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O Ministro que Confia em Si Próprio
Uma crónica crítica sobre a audição parlamentar de Luís Neves e a diferença essencial entre auto-confiança, confiança do primeiro-ministro e confiança pública numa democracia.
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Os Governantes do “Não Há Alternativa”
Quando um governo transforma escolhas em inevitabilidades, a responsabilidade desaparece. Uma crónica crítica sobre impostos, sacrifícios, eficiência do Estado e a velha fórmula política do “não há alternativa”.
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A República das Modas
Uma crónica crítica e irónica sobre a governação por modas, a micromobilidade e a incapacidade política de antecipar riscos antes de surgirem o caos e as vítimas.
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Portugal e Finlândia: 52 Anos Depois
Portugal melhorou profundamente desde 1974. Mas cinquenta e dois anos depois, a pergunta já não pode ser apenas de onde partimos. O paralelo com a Finlândia obriga a perguntar até onde poderíamos ter chegado.
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O Estado que Perdoa os Culpados e Cobra aos Inocentes
Uma crónica dura sobre a inversão moral da responsabilidade pública: quando o sistema financeiro falha, o prejuízo pode acabar socializado; quando as contas apertam, trabalhadores e pensionistas tornam-se o alvo mais fácil.
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Quando o primeiro-ministro decide o que interessa ao povo
Crónica crítica sobre a postura de Luís Montenegro perante o caso Luís Neves, a desvalorização do escrutínio político e a tentação de falar em nome do «povo».
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O Caso do “Posso, Quero e Mando”
Uma crónica de investigação sobre o caso Luís Neves, a sucessão de polémicas, o escrutínio institucional e a fronteira entre responsabilidade política e poder pessoal.
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O País dos Donos e o País dos Cidadãos
Portugal e Islândia mostram duas formas diferentes de pensar o poder: como propriedade simbólica de quem governa ou como administração temporária daquilo que pertence aos cidadãos. Uma crónica sobre integridade, responsabilidade e Estado.




























