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Portugal e Finlândia: 52 Anos Depois
Portugal melhorou profundamente desde 1974. Mas cinquenta e dois anos depois, a pergunta já não pode ser apenas de onde partimos. O paralelo com a Finlândia obriga a perguntar até onde poderíamos ter chegado.
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O Estado que Perdoa os Culpados e Cobra aos Inocentes
Uma crónica dura sobre a inversão moral da responsabilidade pública: quando o sistema financeiro falha, o prejuízo pode acabar socializado; quando as contas apertam, trabalhadores e pensionistas tornam-se o alvo mais fácil.
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Quando o primeiro-ministro decide o que interessa ao povo
Crónica crítica sobre a postura de Luís Montenegro perante o caso Luís Neves, a desvalorização do escrutínio político e a tentação de falar em nome do «povo».
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O Caso do “Posso, Quero e Mando”
Uma crónica de investigação sobre o caso Luís Neves, a sucessão de polémicas, o escrutínio institucional e a fronteira entre responsabilidade política e poder pessoal.
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O País dos Donos e o País dos Cidadãos
Portugal e Islândia mostram duas formas diferentes de pensar o poder: como propriedade simbólica de quem governa ou como administração temporária daquilo que pertence aos cidadãos. Uma crónica sobre integridade, responsabilidade e Estado.
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Governados por confiança, avaliados por ninguém
Quando a confiança pessoal é apresentada como prova de qualidade governativa, o cidadão tem o direito de fazer a pergunta mais simples e incómoda: com base em quê?
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O Estado que Prometeu Demais e Passou a Fatura aos Outros
Uma crónica crítica sobre pensões, CGA, Segurança Social e a irresponsabilidade política de prometer no presente e transferir a conta para o contribuinte do futuro.
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Não São Donos Disto Tudo
Uma crónica dura sobre poder, transparência e responsabilidade democrática: quando o Estado compromete milhares de milhões numa aquisição militar, os cidadãos não devem receber apenas a factura — devem receber as razões.
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Em Portugal, o Prejuízo é Sempre Legal
Uma crónica satírica sobre a diferença entre não cometer um crime e governar bem: procedimentos impecáveis, responsabilidade evaporada e a velha competência do contribuinte para pagar.
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Luís Neves, o Enigma da Democracia Portuguesa
Um antigo director da Polícia Judiciária chega ao Governo e, quando surgem dúvidas sobre contratos, obras privadas e um atrelado apreendido, a democracia portuguesa começa a falar mais baixo.


























