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A República do Atrelado, do Scanner e da Maca
Crónica satírica sobre a governação portuguesa, a responsabilidade política sem consequências e a distância entre o país real e o país comunicado.
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O Nobel da Maldicência
Uma crónica humorística e irónica sobre James A. Robinson, Prémio de Ciências Económicas de 2024, o diagnóstico do atraso relativo português e a tentação política de confundir crítica com maledicência.
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Democracia, Maledicência e o Incómodo de Ser Contrariado
Uma crónica sobre democracia, liberdade de imprensa e a tentação do poder de transformar o escrutínio incómodo em maledicência, a partir do discurso de Luís Montenegro na Festa do Pontal de 2026.
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Cândido no Pontal, ou o Melhor dos Governos Possíveis
Uma sátira política inspirada em Cândido, de Voltaire: no Pontal, o Governo apresenta resultados reais e sugere que o país talvez esteja excessivamente informado sobre aquilo que corre mal.
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A ferida desferida no coração da democracia
Uma democracia não se sustenta apenas nas urnas. O caso Luís Neves tornou-se um teste à diferença entre presunção de inocência e responsabilidade política, e à capacidade do poder de proteger a confiança nas instituições.
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Portugal não pode viver de décimas
Uma crónica sobre o crescimento anémico de Portugal, a distância entre equilíbrio contabilístico e desenvolvimento, e a necessidade de uma estratégia nacional ambiciosa assente em produtividade, ciência, indústria e tecnologia.
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O Governo em banho-maria e o atrelado onde ficou estacionada a transparência
O caso Luís Neves deixou de ser uma sucessão de episódios laterais. Entre um atrelado apreendido, produtos químicos, contratos públicos, pagamentos em numerário e perguntas sem resposta, o Governo de Luís Montenegro escolheu administrar o tempo em vez de restaurar a confiança.
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O Atrelado da Confiança
A confiança política transformada em blindagem, o escrutínio reduzido a «piropos» e uma democracia formal que parece funcionar como condomínio fechado para os seus ocupantes permanentes.
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O País dos Silêncios de Cemitério
Perante o emaranhado de obras, contratos, relações privadas e um atrelado apreendido, Governo, Presidência e Parlamento parecem apostar no silêncio, na prudência e no cansaço dos cidadãos.
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O Estado da Nação: O Fundo Tem Alçapão
Um retrato do estado da nação em 2026: crescimento sem confiança, habitação inacessível, SNS em resistência, exames em falha, Justiça lenta, responsabilidade política suspensa e uma Presidência que promete falar no momento certo.























