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O Governo do Buraco
Uma tragicomédia satírica sobre a governação de Luís Montenegro, as crises sucessivas, a responsabilidade política e o buraco nacional que continua a ser aprofundado.
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As Trágicas Provações de São Luís de Montenegro
Um primeiro-ministro, três moções, confiança total e um Governo que continua a responder ao ping.
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O ministro que não se demite e o primeiro-ministro que não o demite
Uma crónica sobre responsabilidade política, confiança governamental e escrutínio institucional no caso do ministro da Administração Interna Luís Neves.
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O melhor director de campanha de André Ventura chama-se incompetência do sistema
Uma reflexão crítica sobre o paradoxo dos partidos tradicionais que dizem querer travar o Chega, mas continuam a fornecer-lhe combustível através de erros de governação, falta de transparência e incapacidade para responder às frustrações dos eleitores.
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Quando o primeiro-ministro decide o que interessa ao povo
Crónica crítica sobre a postura de Luís Montenegro perante o caso Luís Neves, a desvalorização do escrutínio político e a tentação de falar em nome do «povo».
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A Universidade do Aplauso
Quando formação política se transforma em pertença e aplauso, a democracia perde aquilo de que mais precisa: jovens capazes de perguntar ao próprio líder se aquilo que estão a ouvir é realmente verdade.
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Governados por confiança, avaliados por ninguém
Quando a confiança pessoal é apresentada como prova de qualidade governativa, o cidadão tem o direito de fazer a pergunta mais simples e incómoda: com base em quê?
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PRR a 100%: missão cumprida, perguntas por responder
O Governo celebra a execução integral do PRR, mas os cidadãos continuam sem uma prestação de contas simples sobre pagamentos, adjudicatários, obras concluídas e resultados obtidos.
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O Fumo que Começa a Sair pelas Frestas
Uma crónica satírica sobre a governação de Luís Montenegro, a presidência discreta de António José Seguro e um sistema político que insiste em discutir o fumo antes de reparar o edifício.
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O Pontal do copo meio cheio num país de confiança meio vazia
A Festa do Pontal de 2026 deveria ter servido para reconstruir confiança. Luís Montenegro preferiu falar do “copo meio cheio”, da “maledicência” e de uma “censura moderna”. O problema é que escrutínio não é censura e resultados económicos não anulam exigências de transparência política.




























