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O País que Cobra aos Ingénuos
Uma crónica crítica sobre a sensação de injustiça que nasce quando o Estado cobra facilmente a quem factura e cumpre, enquanto evasão, informalidade e corrupção corroem a confiança fiscal.
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A dívida que fica para os que ainda não nasceram
Da Operação Marquês ao financiamento de Vale do Lobo: uma crónica sobre dinheiro, responsabilidade pública, justiça lenta e a factura que pode atravessar gerações.
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O País dos Diplomas e da Cidadania Ausente
Portugal multiplicou diplomas sem criar, na mesma proporção, cidadãos preparados para vigiar o poder, exigir consequências e distinguir legalidade de decência pública.
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Os Bombeiros que Incendiaram a Casa
Uma crónica satírica sobre a erosão da confiança pública em Portugal, a ascensão do Chega e o paradoxo de um sistema político que agora combate o populismo alimentado pelas suas próprias falhas.
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Portugal: Os 52 Anos do Futuro Roubado
Portugal conquistou a liberdade e modernizou profundamente o território. Mas, depois de 52 anos de democracia e décadas de financiamento europeu, permanece uma pergunta incómoda: que país poderíamos ter construído se mérito, produtividade, responsabilidade e Justiça tivessem acompanhado a oportunidade histórica?
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O País dos Donos e o País dos Cidadãos
Portugal e Islândia mostram duas formas diferentes de pensar o poder: como propriedade simbólica de quem governa ou como administração temporária daquilo que pertence aos cidadãos. Uma crónica sobre integridade, responsabilidade e Estado.
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Portugal, o país que tolera demasiado
Portugal não é um país especialmente crédulo perante o poder. O caso de estudo está noutro lugar: como pode uma sociedade desconfiada dos partidos tolerar durante tanto tempo mecanismos tão frágeis de responsabilização?
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A Corrupção Compensa em Portugal?
A corrupção não compensa Portugal, mas continuará a parecer vantajosa enquanto o benefício for imediato, a Justiça lenta e a responsabilidade política quase inexistente. Uma crónica sobre o custo económico, institucional e cívico da corrupção.
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Portugal, a democracia inacabada
Cinquenta e dois anos depois de Abril, Portugal é uma democracia livre, mas continua a enfrentar fragilidades na responsabilização política, na prevenção da corrupção, na eficiência da justiça e na confiança nas instituições.
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“Rouba, mas Faz Obra”: A Servidão que Aplaude
Uma crónica crítica sobre a tolerância perante políticos corruptos que são desculpados porque “fazem obra”, transformando o dinheiro público em favor pessoal e a democracia num mercado de dependências.





























