- Assalto a "coisa pública", Corrupção, Crime Organizado, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, País de Desigualdades e Injustiça
Portugal: o Paraíso do Crime, a República Capturada e a Justiça em Parte Incerta
BOX DE FACTOS Programa de assistência: Portugal teve um pacote de financiamento de 78 mil milhões € (2011–2014), com participação da UE e do FMI. Banco de Portugal (síntese): do total, 12 mil milhões € foram canalizados para apoio à solvência bancária. Exemplo emblemático: a resolução do BES em 2014 implicou um esforço na ordem dos 4,9 mil milhões € (muito discutido e ainda hoje polémico). Offshores: as bases de dados e fugas (Panama Papers e outras) expuseram redes de sociedades e intermediários ligados a Portugal — um espelho desconfortável do “sistema”. O problema central: quando o custo se socializa e a responsabilidade se evapora, a democracia vira um teatro…
- Corrupção, Elites patéticas, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, País de Desigualdades e Injustiça
Rasgar Vestes Selectivamente: A Liturgia Portuguesa do “Direito Internacional”
BOX DE FACTOS O gatilho: a operação dos EUA para “extrair”/deter Maduro reacendeu o coro mediático do costume. O refrão: “Direito Internacional!” dito com solenidade… e esquecido com a mesma rapidez. A coreografia: indignação selectiva, alinhada com regimes e grupos que não são exactamente fãs de democracia liberal. O subtexto: mais que ética, há pertença tribal; mais que factos, há bandeiras. A pergunta: indignação por princípio… ou indignação por conveniência? Rasgar Vestes Selectivamente: a Liturgia Portuguesa do “Direito Internacional” Em Portugal, a indignação é um instrumento de precisão: acerta sempre no alvo certo… desde que o alvo seja conveniente. Há uma coisa que Portugal faz com mestria: transformar qualquer acontecimento…
- Assalto a "coisa pública", Corrupção, Elites patéticas, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, Pobreza miserável
Portugal 2025 – a rua como sala de estar — e o país a fingir que não vê
BOX DE FACTOS Data: 25 de Dezembro de 2025. O que foi noticiado: voluntários relatam casais com filhos e pessoas com emprego a viver nas ruas de Lisboa. O símbolo: pequenos-almoços distribuídos pela Legião da Boa Vontade — a sociedade civil a tapar buracos onde o Estado devia ter portas. O paradoxo: um país que consegue produzir decretos, cargos e organigramas… mas não consegue garantir tecto a quem trabalha. Lisboa, 25 de Dezembro de 2025: a rua como sala de estar — e o país a fingir que não vê Há um Natal em que as famílias trocam presentes. E há outro, menos fotogénico, em que a família troca a…
- Assalto a "coisa pública", Manipulação da verdade, País de Desigualdades e Injustiça, Pedinte da Europa, Sátira Política
Manual Panglossiano para um País Hipotecado: Como Construir um Futuro Falido com Persistência e Sorriso
BOX DE FACTOS Objectivo nacional: futuro hipotecado, crescimento anémico e povo exausto. Método: repetir erros com disciplina, chamar-lhes “reformas”, e celebrar “estabilidade”. Motor ideológico: “sem os ricos o país cai” + “não há alternativa” + “agora não é o momento”. Patrono espiritual: Pangloss — o optimismo oficial enquanto o telhado arde. Manual Panglossiano para um País Hipotecado “Se o navio está a meter água, elogie a cor do verniz. Se o povo tem fome, chame-lhe ‘ajuste’. E, sobretudo, sorria: é para o bem.” Há países que constroem futuro como quem constrói pontes: com cálculo, rigor e um respeito quase sagrado pela verdade. E depois há outros — mais artísticos —…
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O Direito de Dizer: a liberdade que eu defendo (e os limites que a lei impõe)
BOX DE FACTOS Princípio defendido: “Posso não concordar com nada do que dizes, mas bater-me-ei para que possas dizer o que dizes.” Nota histórica: a frase é frequentemente atribuída a Voltaire, mas surge como formulação de Evelyn Beatrice Hall (1906), como síntese do espírito voltairiano. Portugal: a Constituição protege a liberdade de expressão e proíbe a censura (Art. 37.º), mas admite responsabilidades e limites legais. Europa: a CEDH (Art. 10.º) garante a liberdade de expressão e prevê restrições “necessárias numa sociedade democrática”. Direito penal: existem crimes relacionados com discriminação e incitamento ao ódio e à violência (Art. 240.º do Código Penal). O Direito de Dizer: a liberdade que eu defendo…
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Como Portugal Deixou Morrer a Fábrica que Fazia Comboios
BOX DE FACTOS Fundada em 1943, na Amadora, como peça central do plano de industrialização pesada do Estado Novo, inicialmente focada em equipamentos hidromecânicos para barragens. 1 A partir dos anos 50 torna-se o principal construtor ferroviário português, com licença da norte-americana Budd para fabricar material circulante em aço inox canelado. 2 No auge, na década de 70, emprega cerca de 4.000 trabalhadores e exporta para Europa, África, América Latina e Ásia. 3 Anos 80–90: reestruturações sucessivas, entrada da ABB, criação do grupo SENETE e integração na ADtranz, transformam a fábrica de construtor integrado em simples unidade de montagem. 4 2001: Bombardier compra a ADtranz; a SOREFAME passa a Bombardier…
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O colapso lento da civilização moderna : A decadência e beleza simultâneas
O Crepúsculo do Mundo Civilizado: a elegância da decomposição Por Francisco Gonçalves & Augustus Veritas Lumen Série: Contra o Teatro da Mediocridade Há civilizações que morrem em silêncio, e outras que morrem com luzes LED acesas e hashtags motivacionais. A nossa escolheu o segundo caminho: está em decomposição, mas instagramável. 🌍📱 Nunca o mundo pareceu tão evoluído, tão informado, tão orgulhoso da sua racionalidade — e, paradoxalmente, tão profundamente vazio. Construímos cidades inteligentes e almas analfabetas. Erguemos democracias digitais e mentes incapazes de discernimento. Somos, ao mesmo tempo, o auge da técnica e o abismo do sentido. A civilização ocidental, que um dia quis iluminar o mundo com o logos,…
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Portugal: Um país desigual e injusto socialmente
🖤 Portugal, Estado Negro Por Augustus Veritas, com Francisco Gonçalves “Entre ter e não ter, entre nascer no berço certo ou no esquecimento social, o país revela-se: uma terra desigual vestida de promessas ocas.” ⚖️ A Radiografia da Vergonha O mais recente relatório da OCDE — “Ter e Não Ter – Como Ultrapassar a Desigualdade de Oportunidades” — traça um retrato inquietante: Portugal ocupa o segundo lugar entre os países mais desiguais da organização. Apenas os Estados Unidos da América nos ultrapassam. E, se adicionarmos três países candidatos, caímos para quarto lugar entre 32, ombreando com nações como a Bulgária, marcadas por décadas de transição difícil, corrupção institucional e perda…
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O INEM nunca deixa desculpas
“Era velho… e deixou-se falecer” Crónica de uma morte desassistida Em Portugal, quando o INEM falha — e falha com consequências irreversíveis — há sempre um desfecho previsível, quase ritualístico: um relatório sóbrio, burocrático, assinado por entidades anónimas, que conclui serenamente que “tudo foi feito segundo as melhores práticas”. E pronto, o falecido que descanse em paz… se possível, sem levantar problemas. Na última ocorrência, como em tantas outras, uma vítima esperou. Esperou com dores, esperou com angústia, esperou com o coração em contagem decrescente. E o INEM… demorou. Porque havia outras prioridades, porque o sistema estava sobrecarregado, porque os algoritmos disseram que não era grave o suficiente. Quando chegou…
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Portugal: Um sistema educativo falhado ?
📖 Quase metade dos adultos portugueses não compreende textos Box de Factos • 46% dos adultos portugueses (25–64 anos) têm dificuldade em interpretar textos. • Apenas 3% atingem o nível mais elevado de literacia. • Portugal está entre os piores da OCDE, só à frente do Chile. • A média da OCDE situa-se nos 27%. 🚨 A gravidade da situação O relatório Education at a Glance 2025 da OCDE revela uma realidade preocupante: quase metade dos portugueses adultos consegue apenas compreender frases curtas e simples. Quando confrontados com textos densos ou com informação dispersa, falham em interpretá-los. Isto não é apenas uma falha académica, mas um problema económico, social e…




























