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Orçamento Estado 2026: Combate à Corrupção e Evasão Fiscal
Plano Orçamental 2026 — Fechar as Torneiras da Roubalheira Inverter o défice sem austeridade: atacar evasão, fraude e desperdício. Ganho líquido previsto de +3,2 mil M€ em 2026 ⇒ de um défice base de −1 600 M€ para um excedente de +1 600 M€ (~+0,5% do PIB). PIB nominal 2026~310 000 M€ Receita base146 000 M€ Despesa base147 600 M€ Melhoria do saldo+3 200 M€ Sumário Executivo — O que fazemos, porquê e como Força-Tarefa Anti-Evasão (FTAE) — AT+PJ+MP+BdP+CMVM+UIF; dados em tempo real; case officers para top-200 contribuintes. Impacto: +1 100 M€ BEPS / Pilar 2 & Preços de Transferência — travar lucros deslocados (intangíveis/royalties); acordos prévios auditáveis. Impacto: +800…
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Um Plano para Racionalização no Estado Português
Menor & Melhor Estado: Plano de Racionalização em 36 Meses Francisco Gonçalves & Augustus Veritas Lumen Menos gordura, mais músculo. Um Estado que para de se olhar ao espelho e volta a olhar o cidadão. Este plano combina cirurgia organizacional, digitalização séria e métricas públicas — para que o país deixe de pagar filas e redundâncias, e passe a pagar serviço. Princípios Inegociáveis Serviços protegidos: SNS, Escolas, Segurança/Justiça sem cortes de front-office; racionalização no back-office e hierarquias. Digital-first & only-once: o Estado nunca pede duas vezes o mesmo dado. Valor por euro: cada função pública tem de provar utilidade mensurável. Transição sem choque: aposentações, mobilidade, reskilling e saídas voluntárias regradas.…
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O Cartel da Banca e o Conto do Vigário da Democracia
Editorial · Democracia e poder económico 225 milhões de euros. Foi a coima histórica aplicada pela Autoridade da Concorrência ao “cartel da banca”. Anos depois, por via de decisões judiciais, o processo fecha sem multas. Para quem vive de salários, rendas e prestações, soa a velho refrão: o palco chama-se democracia, mas as cortinas abrem sempre para os mesmos. O que (ainda) aconteceu Durante mais de uma década, bancos trocaram informação comercial sensível. A autoridade reguladora investigou e sancionou. Seguiram-se recursos, prazos, técnica jurídica — e a prescrição fez o que a fortuna dos poderosos costuma fazer: chegou primeiro que a justiça. Tradução para humanos apressados: não é um “inocentário”…
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Portugal : Saudades do Pai Tirano?
Trump, Putin e o Fantasma de Salazar Francisco Gonçalves & Augustus Veritas Lumen De repente, em cafés e redes sociais portuguesas, ouvem-se vozes que começam a simpatizar com Donald Trump e até com Vladimir Putin. Uns aplaudem o “chefe que fala sem medo”, outros admiram o “homem forte que enfrenta o Ocidente”. Mas será isto convicção política? Ou apenas uma estranha nostalgia de Salazar? A ilusão da ordem perdida Portugal vive há décadas num ciclo de promessas incumpridas, corrupção e mediocridade política. Muitos recordam — ou ouvem contar — que “no tempo de Salazar havia respeito e ordem”. Esquecem-se da censura, da miséria escondida, da emigração forçada. Resta apenas o…
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Portugal e o Síndrome do Código dos Mortos
Portugal é um país peculiar: gosta de se apresentar como moderno, europeu, aberto ao futuro — mas governa-se e organiza-se com as ferramentas do passado, como se tivesse ficado suspenso nos corredores bafientos de um arquivo do Estado Novo. Chamemos às coisas pelo nome: vivemos sob o síndrome do código dos mortos. Política: o teatro das marionetas Os políticos, na sua esmagadora maioria, pensam de forma igual — como se ainda estivessem na sala de jantar dos nossos avós, obedecendo ao chefe do clã partidário. Não há ideias, há catecismos. Não há visões, há obediências cegas. O Parlamento não discute: recita. Função pública: a máquina de travar o mundo Os…
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🎭 A Democracia do Faz-de-Conta
Dizem-nos que vivemos em democracia. Que votamos, que escolhemos, que temos voz.Mas, quando a cortina sobe, o que vemos no palco? Um teatro repetido, com atores de cartola gasta e cenários pintados de fresco, sempre os mesmos. O povo, esse, aparece apenas como figurante — entra mudo, sai calado, aplaude quando mandam. Portugal transformou a política num espetáculo de domingo à tarde: partidos que ensaiam indignações, ministros que recitam discursos de papel, líderes que se esganiçam em promessas que sabem nunca cumprir. É o faz-de-conta institucionalizado: fazem de conta que nos ouvem, nós fazemos de conta que acreditamos, e o espetáculo continua. Os partidos funcionam como companhias privadas de teatro,…
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O Jornalismo em Portugal: Entre o Eco e o Silêncio
Há quem diga que o jornalismo é o quarto poder. Em Portugal, parece mais vezes um poder de eco — repete as vozes do palco político, amplifica os comunicados, mas raramente desce ao fosso para descobrir o que se esconde por trás da cortina. Vivemos num país onde muitos jornais estão dependentes de bancos falidos, de publicidade estatal, de grandes grupos económicos. E quem paga a música escolhe a canção. A independência, tão proclamada, desfaz-se como fumo no ar quente de agosto. O jornalismo diário tornou-se, em grande parte, um mercado de cliques e sensações. Cabeçalhos berrantes, notícias que duram meia hora e depois desaparecem na espuma digital. O que…
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Partidocracia, S.A.: manual de manutenção da mediocridade
Manifesto com 10 medidas, prazos e KPIs para desmontar a partidocracia em Portugal: transparência total, concursos verdadeiros, limites de mandatos e registo de lóbi.
- Domesticação mentes, Justiça e Democracia, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, Sátira Política
Pensar em Portugal: O Último Ato Subversivo
Em Portugal, pensar nunca foi apenas um exercício intelectual.É um ato de coragem. É um gesto de resistência.É, em muitos contextos, um crime não escrito — punido com o isolamento, a ridicularização ou a simples exclusão. O País da Obediência Vivemos num país onde obedecer é virtude e questionar é heresia. Assim se constrói uma sociedade onde a submissão é moeda de sucesso e o pensamento crítico é tratado como ameaça. A Ditadura da Mediocridade Portugal não reprime com censura oficial, mas com algo mais subtil: a cultura da mediocridade. É um sistema que se protege a si próprio transformando o inconformista em pária e o conformado em modelo. Pensar…
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A Moda da Corrupção: Quando o Estilo é Roubar com Elegância
Portugal não exporta apenas vinho, cortiça e sol barato. Exporta também a sua tradição de corrupção com estilo. Agora ficamos a saber que, durante quase uma década, milhões de euros de fundos europeus destinados à promoção internacional da moda portuguesa circularam num circuito fechado de empresas familiares e amigos. Um verdadeiro desfile da impunidade: O Corte & Costura dos Fundos O modelo era simples e, como sempre, eficaz: É o equivalente político a um desfile de alta-costura onde o tecido é pago pelo povo e a passadeira é estendida para os amigos. AICEP: O Fiscal que Nunca Fiscaliza A AICEP, que deveria fiscalizar, limitou-se a abanar a cabeça como manequim…





























