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Jorge de Sena e o Portugal que Ainda Não Mudou
Uma crónica crítica sobre Jorge de Sena, a mediocridade protegida, o compadrio, a profissionalização da política e as continuidades morais do Portugal democrático.
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Portugal entre a Guerra, a Revolução e a Democracia
Do desgaste da Guerra Colonial ao golpe militar de 25 de Abril, do PREC ao 25 de Novembro, da Constituição à integração europeia: uma leitura histórica, económica e institucional da democracia portuguesa sem mitologias de tribo.
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O país a quem deixámos de tirar o chapéu
Uma reflexão pessoal sobre Portugal, a liberdade, Abril, a transformação do país e a persistência do conformismo ao longo de mais de cinco décadas de democracia.
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Quando Todos Pensam Igual
Abril conquistou a liberdade de expressão. A democracia madura exige algo mais difícil: a liberdade interior de discordar da própria tribo, questionar consensos e admitir que podemos estar errados.
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O País que Ainda Falta Construir
Abril libertou Portugal da ditadura. O país que ainda falta construir é aquele onde liberdade, Justiça, igualdade perante a lei, mérito, solidariedade e confiança institucional funcionam em conjunto.
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Portugal, a democracia inacabada
Cinquenta e dois anos depois de Abril, Portugal é uma democracia livre, mas continua a enfrentar fragilidades na responsabilização política, na prevenção da corrupção, na eficiência da justiça e na confiança nas instituições.
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Os Capitães de Abril e a impreparação para o dia seguinte
Uma crónica de preparação para a leitura de Portugal na Encruzilhada: a génese do Movimento dos Capitães, a impreparação política do pós-25 de Abril e as responsabilidades humanas e institucionais no processo de descolonização.
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Portugal na Encruzilhada — edição digital em EPUB
Portugal na Encruzilhada, de Francisco Gonçalves. Edição digital em EPUB, com acesso gratuito através do Fragmentos do Caos.
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Portugal na Encruzilhada: um livro contra a história domesticada
Portugal na Encruzilhada é um ensaio histórico e contrafactual que pergunta se a guerra colonial, o bloqueio do marcelismo e a radicalização revolucionária impediram uma transição democrática mais gradual.
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A Democracia dos Intocáveis
Portugal, cinquenta e dois anos depois: a democracia permanece no papel, mas perde substância no quotidiano.





















