Política
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Portugal: Os 52 Anos do Futuro Roubado
Portugal conquistou a liberdade e modernizou profundamente o território. Mas, depois de 52 anos de democracia e décadas de financiamento europeu, permanece uma pergunta incómoda: que país poderíamos ter construído se mérito, produtividade, responsabilidade e Justiça tivessem acompanhado a oportunidade histórica?
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O Caso do “Posso, Quero e Mando”
Uma crónica de investigação sobre o caso Luís Neves, a sucessão de polémicas, o escrutínio institucional e a fronteira entre responsabilidade política e poder pessoal.
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O País dos Donos e o País dos Cidadãos
Portugal e Islândia mostram duas formas diferentes de pensar o poder: como propriedade simbólica de quem governa ou como administração temporária daquilo que pertence aos cidadãos. Uma crónica sobre integridade, responsabilidade e Estado.
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Jovens com Cabeça de Velhos
Portugal não sofre apenas por ter políticos velhos. Sofre porque consegue transformar jovens em políticos velhos antes de eles envelhecerem. Uma crónica sobre conformismo, juventudes partidárias e reprodução do poder.
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Quando Todos Pensam Igual
Abril conquistou a liberdade de expressão. A democracia madura exige algo mais difícil: a liberdade interior de discordar da própria tribo, questionar consensos e admitir que podemos estar errados.
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A Incompetência Guindada ao Poder — Com Banda, Tapete Vermelho e Tudo
Há sistemas onde o fracasso não encerra carreiras: transforma-se em currículo. Uma crónica sobre a diferença entre chegar ao poder e demonstrar competência para o exercer.
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Os que Tudo Podem e os que Nada Podem
Uma democracia não se mede apenas pelos direitos que escreve, mas pela capacidade real de os exercer. Quando dinheiro, tempo e poder determinam a força prática da cidadania, a igualdade corre o risco de se tornar cenografia.
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Portugal, o País dos Mesmos
Portugal não é juridicamente um cartel. Mas mercados concentrados, práticas anticoncorrenciais comprovadas, portas giratórias, baixa renovação das elites e empresas que crescem pouco levantam uma pergunta incómoda: quem controla verdadeiramente as oportunidades?
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A Universidade do Aplauso
Quando formação política se transforma em pertença e aplauso, a democracia perde aquilo de que mais precisa: jovens capazes de perguntar ao próprio líder se aquilo que estão a ouvir é realmente verdade.
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Governados por confiança, avaliados por ninguém
Quando a confiança pessoal é apresentada como prova de qualidade governativa, o cidadão tem o direito de fazer a pergunta mais simples e incómoda: com base em quê?



























