Política
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O País que Salva Tudo Menos as Pessoas
Uma crónica crítica sobre prioridades do Estado: resgates, empresas públicas, fundos europeus, habitação e a obrigação democrática de colocar a dignidade humana antes da grandiosidade institucional.
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O País dos Diplomas e da Cidadania Ausente
Portugal multiplicou diplomas sem criar, na mesma proporção, cidadãos preparados para vigiar o poder, exigir consequências e distinguir legalidade de decência pública.
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O País dos Vendedores de Sonhos
Portugal vive permanentemente entre planos, reformas, slogans e futuros prometidos. Uma crónica humorística sobre vendedores de sonhos políticos e cidadãos que continuam a pagar a realidade a preço inteiro.
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A Europa que Só Acorda Depois das Urnas
A vitória da AfD na Saxónia-Anhalt não surgiu sem aviso. Uma crónica sobre a reacção tardia das elites europeias, os problemas que ficaram sem resposta e o novo ambiente político criado por populismo, Trump e pressão geopolítica.
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Os Bombeiros que Incendiaram a Casa
Uma crónica satírica sobre a erosão da confiança pública em Portugal, a ascensão do Chega e o paradoxo de um sistema político que agora combate o populismo alimentado pelas suas próprias falhas.
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Um País que Importa o Pão e Exporta a Água
Portugal exporta agricultura de elevado valor, mas continua profundamente dependente do exterior para cereais. Uma crónica sobre a diferença entre rentabilidade, água pública e soberania alimentar.
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O Estado Dono Disto Tudo
É sua a casa, é seu o terreno e é seu o dinheiro. Mas entre impostos, licenças, pareceres e prazos administrativos, o cidadão pode acabar tratado como inquilino burocrático daquilo que comprou. Uma crítica ao Estado-dono.
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O Teatro da Realidade Paralela
Uma crónica satírica sobre o teatro digital da política, as bolhas de auto-validação e a diferença entre aplauso interno e relevância social.
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Portugal e Finlândia: 52 Anos Depois
Portugal melhorou profundamente desde 1974. Mas cinquenta e dois anos depois, a pergunta já não pode ser apenas de onde partimos. O paralelo com a Finlândia obriga a perguntar até onde poderíamos ter chegado.
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Quando o primeiro-ministro decide o que interessa ao povo
Crónica crítica sobre a postura de Luís Montenegro perante o caso Luís Neves, a desvalorização do escrutínio político e a tentação de falar em nome do «povo».

























