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Portugal, o País do Desgraçadinho
Uma crítica ao modelo de protecção social quando a compensação permanente substitui reformas capazes de aumentar autonomia, rendimento e mobilidade.
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Portugal precisa de inteligência, não de obediência
Portugal precisa de contratar competência, pensamento crítico e autonomia, no Estado e nas empresas, sem confundir disciplina com submissão intelectual.
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A economia que os governos escolhem premiar
Uma crónica crítica sobre a responsabilidade dos governos pelos incentivos que premiam o privilégio, a especulação abusiva e a captura de rendas, em vez do investimento que cria valor para a sociedade.
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Portugal e o caminho para a prosperidade: das crónicas a um programa de reformas
Apresentação do livro de Francisco Gonçalves, nascido das suas notas e escritos, das conversas com Augustus Veritas AI e do acervo de artigos e crónicas do Fragmentos do Caos.
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Portugal, 1974–2026: a indústria que tínhamos e o futuro que adiámos
Da industrialização anterior a 1974 aos fundos europeus: uma análise crítica das escolhas de investimento, da produtividade e das oportunidades perdidas em Portugal.
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Portugal depois do PRR: a factura de adiar o futuro
Uma crónica crítica sobre o pós-PRR: a redução prevista do investimento público, a produtividade e a continuidade dos serviços em Portugal.
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Portugal, o país que aprendeu a viver de fundos — e desaprendeu a financiar o futuro
Portugal beneficiou durante décadas de fundos europeus que modernizaram o país. A questão incómoda é saber se transformámos essa ajuda numa economia capaz de investir, inovar e crescer quando a excepcional abundância de financiamento europeu diminuir.
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O Portugal que Faz Obra
Portugal sabe fazer obra. A questão é saber se está a construir uma economia capaz de pagar as pontes, ferrovias, aeroportos e meios de defesa que deixa às gerações futuras.
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O Chefe de Quem Ainda Me Lembro
Uma reflexão autobiográfica sobre liderança, a partir da memória de Terry Fuller, chefe em Feltham no início dos anos 80, e do contraste com décadas de experiência profissional em Portugal.
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O Estado a que chegámos
Portugal modernizou-se, mas continua longe da prosperidade que poderia ter alcançado. Uma crónica dura sobre produtividade, burocracia, estratégia, responsabilidade política e quatro décadas de oportunidades parcialmente desperdiçadas.



























