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Quando a sobrevivência passa a parecer destino
Quando os lúcidos se calam, os honestos se encolhem e a mediocridade é premiada, sobreviver pode começar a parecer destino.
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O Talento Medíocre e o Seu Crescimento Vegetativo
Uma crónica satírica sobre a extraordinária capacidade da mediocridade organizacional para se promover, reproduzir e transformar reuniões, PowerPoints e linguagem corporativa num ecossistema de sobrevivência.
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Jorge de Sena e o Portugal que Ainda Não Mudou
Uma crónica crítica sobre Jorge de Sena, a mediocridade protegida, o compadrio, a profissionalização da política e as continuidades morais do Portugal democrático.
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Da Mediocridade à Excelência
Uma reflexão crítica sobre a normalização do trabalho medíocre, a responsabilidade individual, a aprendizagem contínua e a dignidade revolucionária de fazer bem.
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Portugal, o País das Equivalências
Uma crónica crítica sobre o país onde espectáculo, propaganda, futebol, diplomas e cultura são nivelados pela mesma equivalência, enquanto a leitura, o pensamento crítico e a cidadania perdem espaço.
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Portugal — O País dos PowerPoints Eternos
Portugal não é um país. É um estaleiro imaginário com promessas a prazo. Desde que há memória (e há pouca, convenhamos), andamos a construir coisas que nunca terminam — mas que dão ótimos slides de apresentação. O novo aeroporto? Está quase. Desde os anos 70. Já mudou de sítio mais vezes que o Papa de discurso.É Alcochete, não, é Montijo! Agora será em Alverca, talvez Beja — ou então um aeroporto flutuante na Trafaria. A certeza é uma: o betão continua virgem. O TGV? Claro! Em 2030. Ou 2050. Ou quando França nos emprestar os trilhos.O comboio de alta velocidade serve para debates — não para viajar. Porque o importante…
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A República dos Carimbos
Onde a inteligência é subversiva e o carimbo é Deus Há repúblicas fundadas sobre ideais. Esta nasceu sobre balcões.Na República dos Carimbos, a burocracia é religião, a assinatura é sacramento e o cidadão é servo fiel da santa instituição do papel timbrado. Neste romance ficcional — ou talvez não tão ficcional assim —, Francisco Gonçalves (sob o heterónimo satírico de Augustus Veritas) cria um universo onde a mediocridade é promovida por edital, o pensamento livre é crime e o bom funcionário é aquele que diz “falta o carimbo” com expressão sacerdotal. Escrito com humor negro, lirismo subversivo e crítica afiada, o livro atravessa os corredores labirínticos de um país paralisado…




















