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O MAI e o rigor que falta dentro de casa
Crónica crítica sobre as irregularidades apontadas na Secretaria-Geral do MAI, a responsabilidade política e a necessidade de controlo e transparência.
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Montenegro: o sorriso e a conta por prestar
Uma crónica sobre transparência, conflitos de interesses e responsabilidade política na governação de Luís Montenegro.
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O ministro que não se demite e o primeiro-ministro que não o demite
Uma crónica sobre responsabilidade política, confiança governamental e escrutínio institucional no caso do ministro da Administração Interna Luís Neves.
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O Ministro que Confia em Si Próprio
Uma crónica crítica sobre a audição parlamentar de Luís Neves e a diferença essencial entre auto-confiança, confiança do primeiro-ministro e confiança pública numa democracia.
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Quando o primeiro-ministro decide o que interessa ao povo
Crónica crítica sobre a postura de Luís Montenegro perante o caso Luís Neves, a desvalorização do escrutínio político e a tentação de falar em nome do «povo».
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O Caso do “Posso, Quero e Mando”
Uma crónica de investigação sobre o caso Luís Neves, a sucessão de polémicas, o escrutínio institucional e a fronteira entre responsabilidade política e poder pessoal.
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Luís Neves, o Enigma da Democracia Portuguesa
Um antigo director da Polícia Judiciária chega ao Governo e, quando surgem dúvidas sobre contratos, obras privadas e um atrelado apreendido, a democracia portuguesa começa a falar mais baixo.
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A Democracia Não é um Currículo
Quando um governante responde ao escrutínio apresentando a própria reputação, não está a responder. Uma crónica sobre Luís Neves, responsabilidade política, jornalismo, transparência e confiança pública.
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A ferida desferida no coração da democracia
Uma democracia não se sustenta apenas nas urnas. O caso Luís Neves tornou-se um teste à diferença entre presunção de inocência e responsabilidade política, e à capacidade do poder de proteger a confiança nas instituições.
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O Governo em banho-maria e o atrelado onde ficou estacionada a transparência
O caso Luís Neves deixou de ser uma sucessão de episódios laterais. Entre um atrelado apreendido, produtos químicos, contratos públicos, pagamentos em numerário e perguntas sem resposta, o Governo de Luís Montenegro escolheu administrar o tempo em vez de restaurar a confiança.





























