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Liberdade e cidadania em Portugal
O caso do Porto, as reacções políticas e a liberdade de protestar numa democracia que deve reconhecer uma cidadania autónoma e exigente.
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O Pastor Nunca Morreu
Do cajado ao algoritmo, mudaram os instrumentos, mas permanece uma antiga tentação humana: trocar parte da responsabilidade de pensar pela tranquilidade de uma certeza oferecida por outros.
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A Democracia como Motor da Evolução
A democracia não garante decisões perfeitas. A sua força está em permitir que as sociedades detectem erros, discutam alternativas e corrijam o rumo sem destruir o próprio sistema.
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A Queda das Democracias — Quando o cidadão deixa de acreditar
As democracias raramente caem num único dia. Antes disso, instituições, confiança e cidadania podem degradar-se lentamente — até que o cidadão deixa de acreditar que vale a pena participar.
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Portugal — A República dos Iguais e o País dos Privilégios
No 116.º aniversário da implantação da República, uma reflexão sobre a distância entre liberdade, igualdade e dignidade proclamadas e a vida de quem enfrenta pobreza, privilégios e obstáculos ao exercício dos seus direitos.
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O Mundo Partido ao Meio
Uma crónica sobre as grandes dicotomias do mundo contemporâneo: progresso tecnológico e regressão política, hiperligação e tribalismo, democracia e autoritarismo, diplomacia e rearmamento, riqueza e insegurança.
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Do Zé Ninguém ao Cidadão Algorítmico
O velho Zé Ninguém seguia o pastor. O cidadão algorítmico recebe uma realidade personalizada e acredita ter escolhido sozinho o caminho. Uma reflexão sobre informação, pensamento crítico, algoritmos, inteligência artificial e liberdade democrática.
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As Ruínas da Democracia
Uma crónica crítica sobre a erosão democrática, a concentração de poder, a influência do dinheiro, a desigualdade perante as instituições e a necessidade de reconstruir a cidadania.
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Portugal – A Democracia no Papel
Portugal conquistou a liberdade política há 52 anos. A questão incómoda é saber quanta dessa liberdade se transforma em autonomia efectiva, igualdade perante as instituições e poder real do cidadão sobre a própria vida.
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A obediência: a mais perigosa das virtudes
A obediência torna-se perigosa quando deixa de ser coordenação e passa a substituir a consciência. Uma crónica sobre autoridade, conformidade, responsabilidade moral e a coragem de dizer não.



























