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O Estado-Monstro: a máquina que consome o país que deveria servir
Portugal não precisa de um Estado ausente. Precisa de um Estado competente, transparente e capaz de se reformar.
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Portugal precisa de inteligência, não de obediência
Portugal precisa de contratar competência, pensamento crítico e autonomia, no Estado e nas empresas, sem confundir disciplina com submissão intelectual.
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A Galinha dos Ovos de Ouro Digital
A Microsoft não é a vilã desta história. A questão é saber se o Estado português consegue comprar tecnologia sem vender, pelo caminho, a sua liberdade de escolha futura.
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O Estado a que chegámos
Portugal modernizou-se, mas continua longe da prosperidade que poderia ter alcançado. Uma crónica dura sobre produtividade, burocracia, estratégia, responsabilidade política e quatro décadas de oportunidades parcialmente desperdiçadas.
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A Reforma que Portugal Adia Há Décadas — O Estado Não Falha Igualmente para Todos
Portugal não tem apenas um problema de dimensão do Estado: tem um problema de eficiência, responsabilização e desigualdade perante as falhas administrativas.
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Portugal 2035 — Reinventar o Estado na Era da Inteligência Artificial
Não informatizar a burocracia do século XX. Redesenhar o Estado português para o século XXI, com dados interoperáveis, IA auditável, soberania digital e serviços centrados nas pessoas.
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A Inutilidade Pública
Quando a máquina funciona perfeitamente — mas já ninguém sabe para quê.
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Portugal em 5G, o Estado em Papel Almaço
Portugal tem 5G, serviços públicos digitais e ambição tecnológica, mas continua a carregar processos administrativos concebidos para outra época. Uma crónica sobre o desacerto entre inovação e burocracia.
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A democracia da brasa
Uma crónica sobre a instrumentalização partidária do sindicalismo, o corporativismo na função pública e o equilíbrio entre o direito à greve e os direitos dos cidadãos.
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Portugal: tantos diplomas, tão poucos resultados
O estudo “Quem Governa Portugal?” mostra uma elite ministerial altamente qualificada. A pergunta que fica é mais difícil: se os currículos eram tão bons, porque é que a capacidade de organização, execução e transformação do país permaneceu tantas vezes aquém do necessário?




























