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O Preço da Opacidade
Uma crónica crítica sobre a compra das novas fragatas portuguesas, a diferença de preços face às FREMM EVO italianas e a obrigação democrática de explicar, com contas claras, os grandes negócios do Estado.
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Portugal: O dinheiro voa. Os resultados ficam em terra.
Portugal comprou doze drones para vigiar a floresta e detectar precocemente incêndios. Anos depois, abundam horas de voo e faltam respostas simples sobre eficácia, disponibilidade, custos e resultados.
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A Escola Que Continua a Ensinar o Passado
Na era da inteligência artificial, os países que mantiverem uma educação centrada na memorização e nos exames ficarão presos ao passado e dependentes das tecnologias e decisões produzidas por outros.
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O Estado da Nação: 52 anos depois, uma democracia ainda infantil
Portugal construiu instituições democráticas, mas uma democracia adulta exige cidadãos capazes de compreender, fiscalizar e contrariar o poder. Uma crónica sobre educação cívica, partidarização, polarização e cidadania.
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A liberdade dos outros
Uma crónica inspirada numa reflexão de Agostinho da Silva sobre a contradição entre reclamar liberdade para nós próprios e resistir à liberdade dos outros.
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A Ovelha, o Comboio e o Rebanho Humano
Uma memória junto ao Zêzere torna-se reflexão sobre comportamento gregário, cascatas informacionais, redes sociais, inteligência artificial e a necessidade de pensar antes de seguir a multidão.
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Quando Portugal Começou a Falar em Rede
Uma memória pessoal da transformação tecnológica de Portugal nas décadas de 1980 e 1990: Multibanco, Via Verde, X.25, Frame Relay, POS e as equipas que construíram a infraestrutura invisível.
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A IA Não Torna Ninguém Inteligente
A IA não multiplica automaticamente inteligência. Sem conhecimento, curiosidade, pensamento crítico e organizações redesenhadas, uma tecnologia revolucionária pode limitar-se a acelerar velhos processos.
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Em Portugal, o Prejuízo é Sempre Legal
Uma crónica satírica sobre a diferença entre não cometer um crime e governar bem: procedimentos impecáveis, responsabilidade evaporada e a velha competência do contribuinte para pagar.
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Cândido no Pontal, ou o Melhor dos Governos Possíveis
Uma sátira política inspirada em Cândido, de Voltaire: no Pontal, o Governo apresenta resultados reais e sugere que o país talvez esteja excessivamente informado sobre aquilo que corre mal.
























