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Portugal: quarenta anos a caminho da Europa — e a Europa continua lá à frente
Portugal modernizou-se profundamente desde 1986, mas a convergência de produtividade e rendimento com a Europa permanece incompleta. Uma crónica sobre quarenta anos de integração europeia e o desafio que ainda falta vencer.
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Quando a democracia se cansa de si própria
Uma reflexão crítica sobre erosão democrática, autocratização, burocracia europeia e a tentação contemporânea de trocar os incómodos da liberdade pela aparente eficiência da autoridade.
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A aliança que os ditadores podem acabar por criar
Uma reflexão condensada sobre como a pressão dos regimes autoritários pode, por reacção, aproximar Canadá, Europa e outras democracias numa nova arquitectura flexível de cooperação estratégica.
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As eminências pardas da inevitabilidade
Quando especialistas transformam hipóteses em inevitabilidades, a questão deixa de ser apenas o que diz o modelo: importa saber quem escolheu as premissas, quem beneficia e quem paga.
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A Democracia Não Vem numa Caixa de Bruxelas
A Islândia mostra que justiça social, democracia e qualidade de vida não chegam numa caixa de Bruxelas. A integração europeia pode ampliar capacidades, mas o país tem sempre de ser construído em casa.
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A Islândia Recusou o Privilégio
Uma crónica satírica sobre o 'não' islandês à reabertura das negociações de adesão à União Europeia e a imaginária perplexidade portuguesa perante a recusa do suposto privilégio de um dia ser governado por António Costa.
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A Europa dos Inventores Tornou-se a Europa dos Gestores
Uma crónica crítica sobre a perda relativa de poder tecnológico europeu: um continente ainda rico em ciência, engenharia e indústria, mas demasiado lento, fragmentado e avesso ao risco para transformar potencial em escala global.
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A Europa Rendida sem um Único Tiro
Uma crónica sobre a guerra híbrida russa, a erosão da confiança nas democracias europeias e o risco de a Europa adoptar por dentro, democraticamente, decisões estratégicas favoráveis a Moscovo.
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A Democracia de Portas Abertas
Uma crónica crítica sobre a dificuldade europeia em responder à guerra híbrida, à ingerência estrangeira e à manipulação democrática sem abdicar do Estado de direito.
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Quando o Estado Recua, o Crime Avança
Bruxelas tornou-se um aviso para a Europa: o crime organizado explora medo, dinheiro, corrupção e violência. Uma democracia deve responder com autoridade, sem abandonar os direitos fundamentais que pretende defender.





























