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Portugal: O Caos Instalado e a República das Responsabilidades Evaporadas
Há países que enfrentam crises. Outros habituam-se a viver dentro delas. Portugal corre o risco de transformar a exceção em rotina, a incompetência em resignação e a ausência de respostas numa forma permanente de governação.
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Efectivamente, Governam
Uma crónica satírica sobre a fauna política portuguesa, a burocracia, a comunicação sem resposta, a memória curta dos escândalos e o país real que continua a funcionar apesar do espectáculo institucional.
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O País dos Vendedores de Sonhos
Portugal vive permanentemente entre planos, reformas, slogans e futuros prometidos. Uma crónica humorística sobre vendedores de sonhos políticos e cidadãos que continuam a pagar a realidade a preço inteiro.
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Portugal, Clube Privado com Vista para o Mar
Uma crónica crítica sobre a transformação de Portugal num produto imobiliário e fiscal para elites globais, enquanto a habitação e a pertença ao país se tornam inacessíveis para muitos portugueses.
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Mandar os políticos para as obras
José Pulido Valente sugeriu mandar os políticos trabalhar para as obras. A frase é divertida, mas contém uma proposta séria: obrigar quem governa a conhecer prazos, custos, esforço, responsabilidade e resultados que não podem ser corrigidos por um comunicado.
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Quando a Constituição se Abala por Dentro
As perigosas declarações do vice-presidente do Tribunal Constitucional No dia 8 de agosto de 2025, Portugal acordou com uma notícia que, a ser levada a sério — e deve sê-lo —, coloca um dos mais altos órgãos de soberania sob uma nuvem espessa de desconfiança.O vice-presidente do Tribunal Constitucional, Gonçalo Almeida Ribeiro, afirmou publicamente que a decisão de declarar inconstitucionais certas normas da lei dos estrangeiros poderá ter sido motivada por “convicções pessoais” de alguns juízes. Num país habituado a polémicas políticas, esta não é “mais uma” disputa entre partidos ou um choque de retóricas parlamentares. É algo muito mais profundo e perigoso: é um dos guardiões máximos da Constituição…
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“De Mão à Frente a Carteira Atrás: Crónica de um Milagre Político à Portuguesa”
Em Portugal, o verdadeiro milagre não é de Fátima, é fiscal.O cidadão entra na política com uma mão à frente e outra atrás — e dez anos depois tem um condomínio no Estoril, um Tesla à porta e um apartamento em Paris “em nome de um primo da Moldávia”.Não há fenómeno económico que explique tamanha multiplicação de património. Nem Warren Buffett, nem Marx, nem mesmo Santo António, com toda a sua fama de milagreiro, conseguiria tamanha façanha. A então juíza Maria José Morgado já nos avisava há década e meia, com ar de quem já vira muito rato a fugir pela porta do Ministério: “Entram pobres e saem milionários.” Ora…
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Crônica Satírica: O Meu Primeiro-Ministro — Com Amor e Submissão
Na corte moderna da democracia portuguesa, onde os cargos públicos se confundem com trincheiras de lealdade pessoal, brilhou hoje mais uma joia de vassalagem institucional. A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, em momento de candura e devoção digna de drama veneziano, declarou: “No dia em que o senhor primeiro-ministro, que é o meu primeiro-ministro, entender que chegou ao fim a minha missão, nesse dia, eu termino.” Não ficou claro se falava da pasta da Saúde ou de um casamento arranjado com Montenegro. 📏 Ministra ou Dama de Companhia? Ana Paula não parece querer governar, mas servir. Não ao povo, claro, que é exigente, doente e ingrato. Mas ao “seu”…
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Lançamento do Livro: O Grande Roubo da República
Data: 16 de maio de 2025Autores: Francisco Gonçalves e Augustus Veritas Um livro necessário, num país anestesiado Nasceu com urgência, foi escrito com indignação e agora está disponível para quem ainda se recusa a adormecer:“O Grande Roubo da República” — um livro que percorre com lucidez impiedosa os últimos 50 anos da democracia portuguesa, revelando os esquemas, os silêncios e as repetições do poder em farrapos. São 18 capítulos de denúncia, sátira e análise crítica. Uma obra que mapeia o assalto silencioso à coisa pública — do cavaquismo ao socratismo, da teia autárquica aos incêndios esquecidos, da justiça entorpecida aos média domesticados. Um livro com nomes, histórias e espelhos Não…
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Lançamento do livro “Revolução e Ruína”: Porque a História tem factos, não mitos
"A História não se constrói com slogans, mas com factos. 'Revolução e Ruína' revela o que os manuais silenciam — para que os jovens conheçam a verdade por detrás do mito."





























