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Educação 2040 — Leitura, Conhecimento e Inteligência Artificial na Escola do Século XXI
Uma estratégia portuguesa para recuperar a leitura profunda e integrar a inteligência artificial na educação sem substituir o esforço cognitivo.
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Enquanto o Ocidente teme o apocalipse, a China põe a IA a trabalhar
A China reconhece riscos de perda de controlo da inteligência artificial, mas procura combinar segurança, supervisão humana e rápida industrialização. O contraste com o crescente alarmismo ocidental pode definir a próxima década tecnológica.
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Enquanto o Ocidente Discute o Medo, a China Constrói o Futuro
Uma crónica sobre o risco de o Ocidente transformar a necessária prudência perante a inteligência artificial em paralisia estratégica, enquanto a China e o resto do mundo continuam a investigar, investir e construir.
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Open Source em 2026: da liberdade do código à soberania tecnológica
O open source tornou-se infra-estrutura crítica do mundo digital. Em 2026, a discussão envolve liberdade, segurança, economia, IA aberta e soberania tecnológica.
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Os 3 C’s da Inovação Entraram na Era da Inteligência Artificial
Crowdsourcing, Competition e Collaboration continuam a ser motores de inovação. Na era da IA, uma quarta camada — Cognition — amplia equipas, comunidades e capacidade de criar.
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A Empresa que Continua a Pagar Renda pelo Software
Quanto custa à sua empresa depender de tecnologia que não controla? Uma crónica sobre open-source, vendor lock-in, soberania tecnológica e IA.
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Quando o Saber Deixou de Pedir Licença
Treze anos depois de uma reflexão sobre software aberto e aprendizagem livre, a inteligência artificial transforma o acesso ao conhecimento numa nova questão de cidadania, autonomia intelectual, criação e soberania tecnológica.
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Portugal e a oportunidade de deixar de ser apenas cliente da tecnologia
Portugal pode transformar a despesa tecnológica do Estado num motor de soberania digital, software aberto, inteligência artificial e crescimento de empresas tecnológicas nacionais.
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A Produtividade Não Mora no Escritório
O trabalho remoto não é uma concessão à comodidade, mas uma prova à maturidade das organizações. O open-source já demonstrou que equipas distribuídas podem criar infra-estruturas críticas sem confundirem presença com produtividade.


























