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O Mundo Não Pode Depender do Temperamento de um Homem
Uma reflexão sobre a guerra, as decisões de Putin e Trump e os limites institucionais necessários para proteger os povos do poder pessoal.
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A Democracia como Motor da Evolução
A democracia não garante decisões perfeitas. A sua força está em permitir que as sociedades detectem erros, discutam alternativas e corrijam o rumo sem destruir o próprio sistema.
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Portugal — O País do Futebol e das Prioridades Trocadas
Crónica sobre o peso do futebol na agenda política, os contactos do primeiro-ministro após a saída de Ronaldo do estágio e a importância do mérito desportivo, da autonomia institucional e da atenção aos cidadãos.
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A Queda das Democracias — Quando o cidadão deixa de acreditar
As democracias raramente caem num único dia. Antes disso, instituições, confiança e cidadania podem degradar-se lentamente — até que o cidadão deixa de acreditar que vale a pena participar.
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Quem Ficou à Porta da Vinha? — um livro sobre o silêncio que também enfraquece a democracia
Apresentação de «Quem Ficou à Porta da Vinha?», um ensaio sobre cidadania, integridade, silêncio e a responsabilidade de defender quotidianamente a democracia.
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A política é deles. Os impostos são nossos.
Quando a democracia sabe receber mensagens, mas se esquece de conversar com os cidadãos.
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Que sociedade queremos ser?
Uma reflexão cívica sobre a escolha fundamental que permanece nas mãos dos cidadãos: que sociedade queremos ser e que democracia queremos deixar à geração seguinte?
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À Beira do Precipício
Uma crónica sobre o precipício civilizacional que surge quando a democracia conserva as instituições, mas perde normas comuns, verdade factual, reciprocidade, confiança e limites ao poder.
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Os Bombeiros que Incendiaram a Casa
Uma crónica satírica sobre a erosão da confiança pública em Portugal, a ascensão do Chega e o paradoxo de um sistema político que agora combate o populismo alimentado pelas suas próprias falhas.
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Portugal, o país que tolera demasiado
Portugal não é um país especialmente crédulo perante o poder. O caso de estudo está noutro lugar: como pode uma sociedade desconfiada dos partidos tolerar durante tanto tempo mecanismos tão frágeis de responsabilização?



























