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A Justiça Vai a Julgamento
Uma tragicomédia satírica sobre a Justiça portuguesa, a democracia, os recursos intermináveis, a prescrição e a distância entre existir e funcionar.
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Que sociedade queremos ser?
Uma reflexão cívica sobre a escolha fundamental que permanece nas mãos dos cidadãos: que sociedade queremos ser e que democracia queremos deixar à geração seguinte?
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A Justiça que chega tarde protege sempre alguém
Uma crónica sobre a lentidão da Justiça portuguesa, a desigualdade criada pela capacidade de financiar anos de litigância e o custo democrático de decisões que chegam tarde demais.
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A dívida que fica para os que ainda não nasceram
Da Operação Marquês ao financiamento de Vale do Lobo: uma crónica sobre dinheiro, responsabilidade pública, justiça lenta e a factura que pode atravessar gerações.
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Trump e o Perigo de uma Civilização sem Regras
Donald Trump representa mais do que uma ruptura de estilo. Esta crónica analisa o risco de uma presidência que trata alianças, imprensa, tribunais e normas liberais como instrumentos negociáveis, e o precedente que pode deixar ao Ocidente.
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À Beira do Precipício
Uma crónica sobre o precipício civilizacional que surge quando a democracia conserva as instituições, mas perde normas comuns, verdade factual, reciprocidade, confiança e limites ao poder.
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O País dos Diplomas e da Cidadania Ausente
Portugal multiplicou diplomas sem criar, na mesma proporção, cidadãos preparados para vigiar o poder, exigir consequências e distinguir legalidade de decência pública.
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A Justiça do Costume
Uma crónica humorística e carregada de ironia sobre a Justiça portuguesa, a lentidão processual, a burocracia e a forma como o tempo pode transformar-se numa desigualdade dentro do próprio Estado de Direito.
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Quando o Estado Recua, o Crime Avança
Bruxelas tornou-se um aviso para a Europa: o crime organizado explora medo, dinheiro, corrupção e violência. Uma democracia deve responder com autoridade, sem abandonar os direitos fundamentais que pretende defender.
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Os que Tudo Podem e os que Nada Podem
Uma democracia não se mede apenas pelos direitos que escreve, mas pela capacidade real de os exercer. Quando dinheiro, tempo e poder determinam a força prática da cidadania, a igualdade corre o risco de se tornar cenografia.



























