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O País que Só Existe na Cabeça dos Governantes
Uma crónica crítica sobre a distância entre os indicadores macroeconómicos, a narrativa do poder e a realidade quotidiana dos portugueses.
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Portugal, o país do PowerPoint e da fita cortada
Uma crónica satírica sobre o país das startups, dos eventos, dos planos estratégicos e das inaugurações, onde a encenação da modernidade substitui demasiadas vezes a execução, a escala empresarial e a criação de valor.
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O paradoxo INESC: Portugal aprendeu a investigar, mas não a transformar conhecimento em escala
Uma crónica sobre cinquenta anos de política científica e tecnológica em Portugal, o sucesso do INESC enquanto instituição de investigação e o fracasso sistémico em converter conhecimento, talento e dinheiro público em empresas tecnológicas de grande escala.
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Portugal: Um País Desenvolvido que Começa a Parecer Subdesenvolvido
Uma crónica crítica e satírica sobre o contraste entre os bons indicadores macroeconómicos de Portugal e a experiência quotidiana de cidadãos confrontados com habitação cara, serviços públicos frágeis, burocracia, baixa produtividade e dificuldade de execução.
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O País dos Gestores que Ninguém Consegue Gerir
Portugal forma gestores, economistas e administradores em abundância. Mas a produtividade, a burocracia e a qualidade das práticas de gestão continuam a revelar um paradoxo: estudar Gestão não é o mesmo que saber gerir.
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A Culpa é Sempre do Mensageiro
Uma crónica sobre uma velha tentação do poder: quando a realidade traz más notícias, em vez de corrigir o erro castiga-se quem teve a imprudência de o revelar.
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O País Onde Ganhar 3.000 Euros Já Dá Direito a Foguetes
Uma crónica crítica sobre a estrutura salarial portuguesa: quando apenas 2,7% dos assalariados atingem 3.000 euros líquidos por mês, transformar esse número em celebração revela o problema que se tenta esconder.
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Emprego Público em Portugal (1991–2025): percentagens OCDE, outsourcing e o custo real do Estado
BOX DE FACTOS Série Portugal: postos de trabalho nas Administrações Públicas (Pordata/DGAEP) desde 1991; 2025 com valor DGAEP/SIEP (30/06/2025). Comparação OCDE: emprego público como % do emprego total (não é % da população). Em 2021: Portugal 15,0%; Reino Unido 16,9%; Finlândia 25,4%. Outsourcing público: parte da execução de serviços migrou para concessões, empresas municipais e prestadores privados — sai da estatística de emprego público, mas não sai da despesa. Escala de custos: o emprego público e a contratação pública movem-se em ordens de grandeza de dezenas de milhares de milhões por ano (estimativas e proxies). Emprego Público em Portugal (1991–2025): percentagens OCDE, outsourcing e o custo real do Estado A…






















