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Portugal entre a Guerra, a Revolução e a Democracia
Do desgaste da Guerra Colonial ao golpe militar de 25 de Abril, do PREC ao 25 de Novembro, da Constituição à integração europeia: uma leitura histórica, económica e institucional da democracia portuguesa sem mitologias de tribo.
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O país a quem deixámos de tirar o chapéu
Uma reflexão pessoal sobre Portugal, a liberdade, Abril, a transformação do país e a persistência do conformismo ao longo de mais de cinco décadas de democracia.
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Salários Europeus no Topo, Salários Portugueses Cá em Baixo
Portugal internacionaliza salários no topo e nacionaliza salários na base. O caso do Banco de Portugal é o símbolo de uma questão maior: quanto vale, economicamente, quem sabe fazer?
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Portugal e a democracia dos poderes assimétricos
Uma reflexão sobre a distância entre o poder formal da democracia portuguesa e as redes informais de influência, acesso e lealdade que podem escapar ao escrutínio público.
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A Justiça que chega tarde protege sempre alguém
Uma crónica sobre a lentidão da Justiça portuguesa, a desigualdade criada pela capacidade de financiar anos de litigância e o custo democrático de decisões que chegam tarde demais.
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A Democracia Não Vem numa Caixa de Bruxelas
A Islândia mostra que justiça social, democracia e qualidade de vida não chegam numa caixa de Bruxelas. A integração europeia pode ampliar capacidades, mas o país tem sempre de ser construído em casa.
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Vamos brincar à caridadezinha — quando o Estado transforma direitos em prendas de Natal
Uma crónica crítica sobre suplementos extraordinários a pensionistas, a diferença entre direitos sociais e dádivas políticas, e a necessidade de substituir a caridadezinha governamental por políticas estruturais, previsíveis e financeiramente sustentáveis.
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Os Bombeiros que Incendiaram a Casa
Uma crónica satírica sobre a erosão da confiança pública em Portugal, a ascensão do Chega e o paradoxo de um sistema político que agora combate o populismo alimentado pelas suas próprias falhas.
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A Cidadania que Ficou pelo Caminho
Uma crónica sobre a erosão silenciosa da cidadania, a confusão entre liberdade e ausência de responsabilidade e a necessidade de preparar jovens para uma democracia e um futuro cada vez mais exigentes.
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Portugal e Finlândia: 52 Anos Depois
Portugal melhorou profundamente desde 1974. Mas cinquenta e dois anos depois, a pergunta já não pode ser apenas de onde partimos. O paralelo com a Finlândia obriga a perguntar até onde poderíamos ter chegado.
























