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Quando a Lua atravessa a luz — o eclipse solar de 12 de agosto de 2026
Em 12 de agosto de 2026, a sombra da Lua atravessa parte da Europa. Em Lisboa, cerca de 94,5% do disco solar ficará ocultado. Uma crónica sobre a geometria do eclipse e os seus efeitos na atmosfera, ionosfera e vida.
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As Dívidas dos Poderosos Têm Outro Relógio
Um país não pode ter dois relógios fiscais: um implacável para o pequeno contribuinte e outro contemplativo perante centenas de milhões de euros.
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Alta velocidade para a Europa, com os carris virados para o passado
Portugal pode construir uma alta velocidade compatível com o passado ou usar 1435 mm, bitola mista e uma migração programada para integrar definitivamente a rede ferroviária europeia.
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A sociedade onde vencer não basta
Uma crónica sobre os limites da competição e a importância da coopetição, da partilha de conhecimento e das redes entre empresas, universidades, escolas, instituições públicas e organizações sociais.
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A Democracia Não é um Currículo
Quando um governante responde ao escrutínio apresentando a própria reputação, não está a responder. Uma crónica sobre Luís Neves, responsabilidade política, jornalismo, transparência e confiança pública.
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Os púlpitos da moral de cordel
Crónica crítica sobre a transformação de parte do espaço mediático num circuito fechado de legitimação moral, afastado dos problemas concretos de quem trabalha e pouco ganha.
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Portugal e a oportunidade de deixar de ser apenas cliente da tecnologia
Portugal pode transformar a despesa tecnológica do Estado num motor de soberania digital, software aberto, inteligência artificial e crescimento de empresas tecnológicas nacionais.
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A maior tragédia da ferrovia portuguesa chama-se incompetência
Os temporais danificaram os carris. A burocracia prolongou o desastre. A verdadeira tragédia ferroviária portuguesa é a incapacidade de reparar, planear e responder perante as populações.
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A ferida desferida no coração da democracia
Uma democracia não se sustenta apenas nas urnas. O caso Luís Neves tornou-se um teste à diferença entre presunção de inocência e responsabilidade política, e à capacidade do poder de proteger a confiança nas instituições.
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A civilização Persa Sequestrada
Fragmentos do Caos | Crónica Internacional A Pérsia Sequestrada Como uma civilização de poetas, impérios, jardins, ciência e memória foi capturada por uma teocracia totalitária Há crimes políticos que matam pessoas. E há crimes históricos que tentam matar civilizações por dentro. O regime iraniano comete ambos. A antiga Pérsia não nasceu para ser o cenário sombrio de uma teocracia policial. Não nasceu para ser reduzida a tribunais religiosos, Guardas Revolucionários, prisões, censura, execuções, polícia moral e discursos inflamados contra o mundo livre. A Pérsia foi império, língua, poesia, arquitectura, matemática, astronomia, medicina, comércio, jardins, espiritualidade, diplomacia, memória e cultura. Foi uma das grandes matrizes civilizacionais da humanidade. Reduzir essa herança…





















