Política
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O Estado da Nação: 52 anos depois, uma democracia ainda infantil
Portugal construiu instituições democráticas, mas uma democracia adulta exige cidadãos capazes de compreender, fiscalizar e contrariar o poder. Uma crónica sobre educação cívica, partidarização, polarização e cidadania.
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Em Portugal, o Prejuízo é Sempre Legal
Uma crónica satírica sobre a diferença entre não cometer um crime e governar bem: procedimentos impecáveis, responsabilidade evaporada e a velha competência do contribuinte para pagar.
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Cândido no Pontal, ou o Melhor dos Governos Possíveis
Uma sátira política inspirada em Cândido, de Voltaire: no Pontal, o Governo apresenta resultados reais e sugere que o país talvez esteja excessivamente informado sobre aquilo que corre mal.
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Luís Neves, o Enigma da Democracia Portuguesa
Um antigo director da Polícia Judiciária chega ao Governo e, quando surgem dúvidas sobre contratos, obras privadas e um atrelado apreendido, a democracia portuguesa começa a falar mais baixo.
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A Democracia Não é um Currículo
Quando um governante responde ao escrutínio apresentando a própria reputação, não está a responder. Uma crónica sobre Luís Neves, responsabilidade política, jornalismo, transparência e confiança pública.
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Portugal: O Estado a que Chegámos
Uma crónica crítica sobre a degradação silenciosa da prestação de contas, a opacidade transversal dos partidos de poder e a transformação do cidadão em figurante da democracia.
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Portugal Vai Reformar a FIFA: A Coragem Moral que Não Encontra Morada em Casa
A política portuguesa descobriu a transparência e decidiu aplicá-la à FIFA. Uma crónica satírica sobre a coragem moral que cresce com a distância e desaparece quando chega a Lisboa.
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Os Insondáveis Mistérios da República Portuguesa
Crónica satírica sobre o aeroporto que chega atrasado antes de existir, o atrelado que viaja e os insondáveis mistérios da responsabilidade pública.
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Luís Neves, o Servidor Público Servido pelo Sistema
Uma crónica crítica sobre a imagem pública de Luís Neves, a auditoria às contas da Polícia Judiciária, as reservas à gestão financeira e a diferença portuguesa entre responsabilidade e consequência.
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“Rouba, mas Faz Obra”: A Servidão que Aplaude
Uma crónica crítica sobre a tolerância perante políticos corruptos que são desculpados porque “fazem obra”, transformando o dinheiro público em favor pessoal e a democracia num mercado de dependências.


























