Nepotismo
- Assalto a "coisa pública", Corrupção, Democracia e Sociedade, Domesticação mentes, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, Pedinte da Europa
Ensaio histórico e análise crítica dos 51 anos de um Portugal dito “democrático”
Entre o Aço e o PowerPoint — 51 Anos de Engano Democrático Por Francisco Gonçalves & Augustus Veritas Lumen — Série Contra o Teatro da Mediocridade Nota Introdutória: Este artigo não pretende julgar nem desculpar politicamente ninguém, antes ou depois do 25 de Abril. Procura apenas deter-se nos factos concretos, alicerçados na realidade económica do país e na sua capacidade produtiva, contrastando o que foi feito, o que se perdeu e o que se prometeu em nome da modernidade. É um exercício de memória crítica e de consciência histórica, sem ideologia, mas com verdade. E um aviso a quem me lerá : Não quero neste pequeno ensaio cair na armadilha…
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Portugal, Onde a Riqueza Não Flui
Que economia e sobretudo que futuro para Portugal? Publicado originalmente em 6 de dezembro de 2013 — Blog fgonblog.blogspot.com Edição revista e comentada — Outubro de 2025, em Fragmentos do Caos Qual economia, qual recuperação, qual revitalização das empresas! E sobretudo… que futuro para Portugal ? Será que ninguém explica a estes economistas, políticos e governantes medíocres e sem vergonha, o que significa a palavra moeda (dinheiro), em inglês currency, que implicitamente quer dizer… fluir… circular… ?! Pois se o dinheiro fica sempre entrincheirado nas mãos de meia dúzia de avaros e agiotas deste pobre país, e estes o põem sempre a salvo… em fantásticos “colchões” de offshores, sobretudo durante…
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Portugal: Da Forja à Rotunda: o País que Trocou a Produção pela Subvenção
“O Crepúsculo das Máquinas: quando a Nação se fez Turística”) O País que Desaprendeu a Produzir — Da Siderurgia à Subvenção Por Francisco Gonçalves & Augustus Veritas Lumen — Fragmentos do Caos Box de Factos 1953–1974: Planos de Fomento estruturam energia, transportes, cimentos, química, siderurgia. 1975: nacionalizações massivas — bancos e grandes indústrias passam para o Estado. 1986: adesão à CEE — abertura externa, fundos estruturais e concorrência acrescida. 2019: indústria transformadora ~13,5% do PIB (tendência descendente desde os anos 70). 1) Introdução — memória, economia e soberania Em meio século de democracia, Portugal recebeu volumosos fundos europeus e modernizou infraestruturas. Ainda assim, o país cristalizou-se como economia de serviços,…
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Entre Czares e Palhaços — A Tragédia Europeia
Czares do Nada, Cortejos da Estupidez Há momentos em que as palavras ditas por quem detém poder são tão desprovidas de sentido que só nos resta rir — ou resistir. E quando, em nome da economia global, alguém propõe que a Europa precise de um “czar do mercado único”, como o fez esta semana Kristalina Georgieva, diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, no discurso de abertura da assembleia geral do FMI, o riso transforma-se num grito seco. Fonte: O Expresso de 8 de Outubro de 2025 Sim, um czar. O termo que nos remete para impérios autoritários, para cortes cheias de ouro e sangue, para arrogância aristocrática a decidir o destino…
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Nascer em Portugal no Chão do Hospital
Nascer no Chão Hospital de Gaia. Outubro de 2025. Uma mulher entra em trabalho de parto. Mas não há equipa, não há sala, não há resposta. Há chão. E foi ali, entre um balcão e o silêncio, que o novo português chegou ao mundo. A Ministra da Saúde reagiu com “grande consternação” e disse que “temos que evitar estas situações”. Como quem tropeça num tapete de sangue e solta um “ups”. Evitar o quê, Senhora Ministra? Evitar que o país veja o que se passa? Evitar que nasçam mais crianças em corredores, em escadas, em receções e em filas de espera que duram nove meses? Quando um Estado deixa nascer…
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Da Spinumviva à Desconfiança Nacional — um Primeiro-Ministro em Modo Empresarial
Governar em Nome do Povo, com os Dossiers da Firma no Bolso # Caso Montenegro e a Spinumviva A notícia rebenta como um trovão abafado: o primeiro-ministro ainda não entregou ao Ministério Público os documentos solicitados no inquérito sobre a Spinumviva, empresa com ligações diretas ao próprio. Diz o gabinete que “o prazo ainda não terminou”. Mas o país sente que o tempo, esse, já se esgotou há muito — para desculpas, para disfarces, para fingimentos. O surrealismo é gritante: o chefe do Governo, o mais alto representante do Estado, a braços com um pedido de documentação sobre clientes da sua própria firma. E o mais irónico? A recusa ou…
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💧 Quando o Mar Lavar o Pecado da Pátria
Portugal precisa de Ondas de Purificação Portugal não precisa apenas de reformas — precisa de higiene moral. Um banho de verdade, uma faxina ética, uma limpeza sem panos quentes nem detergentes partidários. A corrupção é o vírus que se entranhou no ADN do Estado. O futebol tornou-se o paraíso fiscal da impunidade. O nepotismo é o brasão de família das elites. E as sociedades secretas — essas sombras de conveniência — continuam a escrever no escuro o que o povo lê à luz do dia. Chegou o tempo de rasgar o véu e abrir as janelas. Portugal precisa voltar a cheirar a decência, a mérito e a justiça. Precisa ser…
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🕰️ As Contas do Silêncio e o Relógio da Moral
As Faturas do Silêncio: Crónica de um País que Declara Tarde e Responde Nunca Box de Factos: O primeiro-ministro Luís Montenegro continua sob investigação no caso Spinumviva. Questionado pela SÁBADO sobre se a empresa familiar pagou despesas pessoais — como almoços, férias ou viaturas —, nem o governante nem a sociedade responderam. A revista apurou ainda que os primeiros documentos enviados por Montenegro ao Ministério Público chegaram apenas depois das eleições de maio. Portugal tem uma relação especial com o tempo — aqui, a transparência chega sempre em segunda mão. Os documentos de Luís Montenegro só deram à costa depois das eleições, talvez transportados por maré burocrática ou empurrados pelo…
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🌀 O Carrossel da Virtude: como girar sem sair do lugar
Spinumviva ou o Giro Perpétuo da Moral Pública Box de Factos: Procuradores entendem que deve ser aberto inquérito ao primeiro-ministro Luís Montenegro no âmbito do chamado “caso Spinumviva”, relacionado com a origem dos fundos usados para comprar dois apartamentos em Lisboa. Em causa estarão suspeitas de recebimento indevido de vantagem e branqueamento de capitais. O levantamento do sigilo bancário do chefe do Governo está em cima da mesa. Há nomes que já nascem com destino literário — Spinumviva soa a feitiço latino, a máquina que gira sozinha no vazio moral do Estado português. É a empresa familiar do primeiro-ministro, agora transformada em espelho da velha sina nacional: confundir o público…
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Portugal: país da indiferença e da Mentira Oficial
Nascer no Átrio: a Tragédia da Indiferença Box de Factos: Um bebé nasceu no átrio do Hospital de Gaia após os pais terem sido mandados para casa numa primeira ida à urgência. O pai afirma que a criança “bateu com a cabeça no chão” e foi sujeita a duas ecografias e uma TAC para despistar hemorragias. O hospital diz estar a investigar, mas afasta de imediato a hipótese de negligência médica. Portugal continua a ser o país onde até nascer é um acaso administrativo. O bebé nasce no chão de um hospital — chão esse que, ironicamente, é o único ponto do edifício a cumprir a sua função: dar suporte…




























