Manipulação da verdade
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Marcelo, o Ridículo: Belém a Reunir Enquanto Portugal Se Desmancha
BOX DE FACTOS Convocatória: Conselho de Estado em 9 de Janeiro, às 15:00, no Palácio de Belém. Motivo declarado: “analisar a situação internacional, em particular a situação na Ucrânia”. Calendário político: reunião em plena campanha para as presidenciais de 18 de Janeiro. Fim de ciclo: Marcelo termina o segundo mandato a 9 de Março de 2026. Portugal real: habitação, salários, saúde, justiça, escolas e custo de vida continuam sem Conselho de Estado que os salve. Marcelo, o Ridículo: Belém a Reunir Enquanto Portugal Se Desmancha Há países que, quando o telhado cai, vão buscar tábuas. Nós vamos buscar cadeiras. E sentamo-nos, muito sérios, a discutir a tempestade do vizinho. Marcelo…
- Assalto a "coisa pública", Corrupção, Crime Organizado, Elites patéticas, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo
Oitante, Fundo de Resolução e o teatro do reembolso: quando 13,1 milhões viram fogos de artifício
BOX DE FACTOS Nova “distribuição”: 13,1 M€ (segunda em 2025). Total entregue pela Oitante ao FR: 176,2 M€ desde a constituição. Ajuda do FR na resolução do Banif: 489 M€; falta ressarcir cerca de 64% (≈313 M€). Prejuízo global do caso Banif: 2,9 mil M€ (valor líquido para contribuintes até 2024, segundo referência ao TdC). Rombo total com ajudas à banca: 21,3 mil M€; recuperação referida de apenas 3,5%. Oitante: o “pagamento” que vira propaganda e o prejuízo que fica a viver connosco Há um género literário muito português: chama-se “Boas Notícias do Rombo”. Publica-se em números pequenos, com adjetivos grandes. E termina, quase sempre, com aplausos. 1) A aritmética…
- Burocracia, Democracia e Sociedade, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, País de Desigualdades e Injustiça
O País da Justiça Secreta: quando se arquiva, e a razão fica trancada
BOX DE FACTOS O que foi: uma averiguação preventiva instaurada no DCIAP (12/03/2025) no âmbito do caso Spinumviva. O desfecho: o DCIAP anunciou o arquivamento por não existir “notícia da prática de ilícito criminal”. O ponto polémico: o Ministério Público recusou à comunicação social o acesso ao despacho de arquivamento, invocando “sigilo absoluto”. O argumento central: o sigilo mantém-se mesmo após o encerramento e só cessaria se fosse aberto inquérito. O efeito social: arquiva-se; pede-se confiança; mas a fundamentação fica trancada. A democracia, assim, aprende a respirar em penumbra. O País da Justiça Secreta: quando se arquiva, e a razão fica trancada O povo não pede “espectáculo”. Pede uma coisa…
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Portugal: Pátria do ‘Não Me Lembro’- crónica de uma canalhocracia confortável
BOX DE FACTOS Em Portugal, a suspeita pública sobre promiscuidade entre poder político, económico e institucional é recorrente. A “transparência” aparece muitas vezes sob a forma de declarações genéricas, listas e frases que não permitem verificação. A carga fiscal sobre quem vive do trabalho e do consumo é sentida como pesada, enquanto a elite beneficia de rotas legais e opacas. Quando a confiança morre, cresce o cinismo, a abstenção e a raiva — e a democracia emagrece até virar fachada. A Pátria do “Não Me Lembro” Há países onde a lei é igual para todos. Em Portugal, às vezes, a lei é igual para todos… mas o tempo, o silêncio…
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O Charco e a Gravata: quando a justiça absolve a confiança e condena a paciência
BOX DE FACTOS Em causa: um processo de alegada fraude fiscal qualificada apontada pelo Ministério Público (em peças noticiosas anteriores, foi referida uma estimativa lesiva para o Estado na ordem dos 7,65 milhões de euros). Hoje: foi divulgado (por publicações de um órgão de comunicação social nas suas redes) que a Relação terá confirmado a decisão instrutória de não pronúncia, travando o recurso do MP. Nota de rigor: “não pronúncia” não é uma certidão de santidade; é uma decisão processual sobre indícios suficientes para seguir para julgamento. Efeito social: quando o cidadão só vê “caiu”, “prescreveu”, “não pronunciou”, a confiança pública vai ficando… em coma lento. O Charco e a…
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A Trágico-Comédia dos Princípios: Cartazes, Lei e a Democracia de Verniz
BOX DE FACTOS Um cartaz grita moral; um tribunal responde com prazo e multa. Uma frase apontada a um grupo inteiro transforma-se em espelho para o autor. A democracia aparece de fato domingueiro: muito princípio, pouca prática. Em Portugal, há uma crença popular resistente: “uns são mais iguais que os outros”. A Trágico-Comédia dos Princípios (e o Verniz que Escorre) “Todos deveriam ser obrigados a cumprir a lei!” — sim. Só que, por cá, a lei é muitas vezes tratada como guarda-chuva: abre-se para os outros, fecha-se para si. A Lei como Cartaz: uma ideia muito portuguesa Há países onde a lei é uma coluna. Em Portugal, a lei é…
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Um Crime Contra os portugueses e a Nação: A Evasão Fiscal Que Nos Rouba o Futuro
BOX DE FACTOS 2,9 milhões €/dia em impostos não cobrados às multinacionais (estimativa citada a partir da Tax Justice Network). 1.045 milhões €/ano a “fugirem” para paraísos fiscais e jurisdições brandas. Equivalência divulgada: 8,6% da despesa nacional em Saúde ou 10,6% em Educação. Ordem de grandeza: cerca de 2% da receita fiscal anual e ~101€ por português (referência jornalística). O essencial: quando a receita se evapora, a factura volta sempre ao mesmo sítio — quem trabalha, paga. Isto é um Crime Contra os portugueses e a Nação: A Evasão Fiscal Que Nos Rouba o Futuro Nota: O monstro que corrompe Portugal (Media → Biblioteca). Há crimes que não precisam de…
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Os Bancos Predadores e Criminosos Que Vão Continuar a Assombrar os Portugueses
BOX DE FACTOS O assombro repete-se: lucro privado em dias bons, “salvação pública” em dias maus é “produto”: comissões, spreads, letras miúdas e labirintos de atendimento. Risco moral: quando falha quem manda, paga quem trabalha. Memória curta institucional: mudam nomes, rebranding e slogans; mantêm-se hábitos. Justiça lenta: tempo suficiente para a culpa envelhecer e a indignação se cansar. Os Bancos Predadores e Criminosos Que Vão Continuar a Assombrar os Portugueses Ilustração: o assombro financeiro, de gravata e dentes afiados. Há fantasmas que não arrastam correntes: arrastam extractos, comissões e siglas. E quando o povo adormece, eles não assaltam cofres — assaltam futuros. Os bancos, quando se comportam como instituições de…
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Os EUA após 11 meses com Trump
BOX DE FACTOS Discurso (17/12/2025): “Depois de 11 meses… a fronteira está segura… a inflação parou… os salários subiram… os preços desceram… o país está mais forte.” Emprego (Novembro 2025): taxa de desemprego em 4,6%. Inflação (Novembro 2025): CPI (12 meses) em 2,7%; BLS não recolheu dados de Outubro por interrupção de financiamento público. Fronteira (Novembro 2025): CBP/DHS divulgam meses consecutivos com “zero releases” e forte queda de apreensões na fronteira Sudoeste. Crime (dados 2024, divulgados em 2025): FBI reporta queda de 4,5% no crime violento em 2024 vs 2023, com descida acentuada no homicídio. Economia (Q2 2025): BEA reportou +3,8% (taxa anualizada) no 2.º trimestre, após um 1.º trimestre…
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Portugal: o país estagnado — Décadas a girar no mesmo eixo
BOX DE FACTOS Portugal (UE=100, PPC): 1995 ~80,9 → 2024 ~82,4 (três décadas sem convergência estrutural). Excepção estrutural: Grande Lisboa volta a ser a única acima da média europeia (2024: 128,9). Mapa do atraso (2024): Norte 70,8 | Centro 70,7 | Alentejo 77,1 | Açores 72,5 | Algarve 89,2 | Madeira 88,3. Fundos do país (2024): Península de Setúbal 55,4; Oeste e Vale do Tejo 64,6; Tâmega e Sousa 53,1. Bem-estar vs actividade: DCI per capita (UE=100) em 2024: 85,7 — mais próxima da UE do que o PIB per capita. Portugal: o país estagnado — Mais de três décadas a girar no mesmo eixo Há países que avançam como…





























