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Quando os Dinossauros Também Julgam que Pensam
Uma frase de Francisco Louçã serve de ponto de partida para uma crónica sobre a vaidade intelectual, a política fossilizada e a saudável arte de mudar de opinião.
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Portugal, o país do PowerPoint e da fita cortada
Uma crónica satírica sobre o país das startups, dos eventos, dos planos estratégicos e das inaugurações, onde a encenação da modernidade substitui demasiadas vezes a execução, a escala empresarial e a criação de valor.
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O País dos Vendedores de Sonhos
Portugal vive permanentemente entre planos, reformas, slogans e futuros prometidos. Uma crónica humorística sobre vendedores de sonhos políticos e cidadãos que continuam a pagar a realidade a preço inteiro.
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Instituto Progresso: quando o futuro de Portugal volta a ficar entregue aos veteranos do passado
Portugal acaba de ganhar mais um instituto para pensar o futuro. O problema é que algumas das pessoas chamadas a imaginá-lo já tiveram anos para o construir. Uma crónica satírica sobre o Instituto Progresso, execução, responsabilidade e a eterna paixão nacional pelas comissões.
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O Fumo que Começa a Sair pelas Frestas
Uma crónica satírica sobre a governação de Luís Montenegro, a presidência discreta de António José Seguro e um sistema político que insiste em discutir o fumo antes de reparar o edifício.
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A República do Atrelado, do Scanner e da Maca
Crónica satírica sobre a governação portuguesa, a responsabilidade política sem consequências e a distância entre o país real e o país comunicado.
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Os fabricantes de percepções
Uma crónica crítica e satírica sobre a linguagem das percepções e narrativas, a irresponsabilidade política, o comentariado mediático e a substituição dos resultados pela gestão da comunicação.
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Portugal Vai Reformar a FIFA: A Coragem Moral que Não Encontra Morada em Casa
A política portuguesa descobriu a transparência e decidiu aplicá-la à FIFA. Uma crónica satírica sobre a coragem moral que cresce com a distância e desaparece quando chega a Lisboa.
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Luís Neves, o Servidor Público Servido pelo Sistema
Uma crónica crítica sobre a imagem pública de Luís Neves, a auditoria às contas da Polícia Judiciária, as reservas à gestão financeira e a diferença portuguesa entre responsabilidade e consequência.
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Mandar os políticos para as obras
José Pulido Valente sugeriu mandar os políticos trabalhar para as obras. A frase é divertida, mas contém uma proposta séria: obrigar quem governa a conhecer prazos, custos, esforço, responsabilidade e resultados que não podem ser corrigidos por um comunicado.



























