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Portugal: quando trabalhar já não chega para viver
Uma crónica sobre a fragilidade económica portuguesa, os baixos rendimentos, a produtividade e a distância entre a democracia formal e a autonomia material dos cidadãos.
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Os Donos da Inevitabilidade
Uma crónica crítica sobre a retórica da inevitabilidade na reforma da Segurança Social, a demografia, a distribuição dos sacrifícios e a velha tendência de fazer recair o ajustamento sobre quem vive do trabalho.
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Feminismo, pobreza e a armadilha das lutas tribais
Uma crónica sobre feminismo, pobreza, desigualdade económica e o perigo de transformar causas universais de justiça em lutas tribais que deixam intactas as estruturas de exclusão.
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Os que Tudo Podem e os que Nada Podem
Uma democracia não se mede apenas pelos direitos que escreve, mas pela capacidade real de os exercer. Quando dinheiro, tempo e poder determinam a força prática da cidadania, a igualdade corre o risco de se tornar cenografia.
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Portugal, o País Pobre com Recantos para Bilionários
Portugal consegue parecer rico sem o ser: salários modestos, habitação sob pressão e recantos de luxo orientados para patrimónios globais. Uma crónica sobre valorização, pertença e desigualdade.
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Portugal, Clube Privado com Vista para o Mar
Uma crónica crítica sobre a transformação de Portugal num produto imobiliário e fiscal para elites globais, enquanto a habitação e a pertença ao país se tornam inacessíveis para muitos portugueses.
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Os apartamentos do Chiado e a Justiça dos pobres
Crónica crítica sobre a doação de imóveis antes de um arresto, a lentidão dos grandes processos económicos e a desigualdade material entre quem vive de salários baixos e quem consegue financiar anos de litigância.
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A Inteligência dos Oligarcas
Uma crónica sobre inteligência artificial, concentração de riqueza, poder das plataformas, soberania digital e a disputa política por quem receberá os ganhos da nova revolução tecnológica.
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Senhores da Miséria: A Nova Ordem dos Antigos Esquemas
“Os Senhores da Miséria não governam com fardas, mas com faturas. Não impõem pelo grito, mas pelo algoritmo. Este livro é o grito calmo dos que já não aceitam viver ajoelhados sob o peso da normalidade imposta.”

























