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Bancos falidos e a factura opaca dos contribuintes
Os encargos dos bancos falidos exigem uma prestação de contas consolidada sobre o dinheiro público entregue, recuperado e definitivamente perdido.
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A Banca, a Conta e a Consciência
Uma crónica sobre os encargos públicos das crises bancárias, os lucros da recuperação e a obrigação ética de um Estado de direito proteger quem suportou o risco.
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A Justiça que Deixa Fugir a Responsabilidade e Cobra a Factura aos Pobres
Uma crónica sobre morosidade judicial, prescrição, desigualdade material no acesso à Justiça e o custo colectivo das falhas institucionais em Portugal.
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TAP: O Contribuinte Não Pode Ser o Hedge da Companhia
A subida do combustível explica parte do prejuízo da TAP, mas não elimina a questão central: depois de milhares de milhões de euros públicos e de uma profunda reestruturação, a companhia tem de demonstrar capacidade para sobreviver à turbulência sem transformar o contribuinte no seu hedge permanente.
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Quando o Dono do Império Finalmente Paga a Conta
Evergrande, BPN e BES numa crónica sobre responsabilidade pessoal no crime económico: os lucros têm proprietário, o poder tem proprietário e a responsabilidade também tem de ter.
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O Estado-mercearia e a gaveta das pensões
Uma crónica crítica sobre o Estado que administra a Segurança Social como uma gaveta própria, fragmenta as contas e depois utiliza o medo das pensões para exigir novos sacrifícios.















