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🛫 TAP: A Farsa de um Patriotismo de Conveniência
“A TAP não é símbolo de soberania. É símbolo de captura. Captura por partidos, por compadrios, por interesses obscuros que voam sempre em classe executiva — às custas do povo.” — Francisco Gonçalves
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🧠 Portugal e os Psicopatas do Poder
“Portugal já não é apenas governado por corruptos. É governado por quem perdeu o sentido de culpa — e mente com a mesma naturalidade com que respira. O perigo não é só a corrupção: é a psicopatia institucionalizada.” — Francisco Gonçalves
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“De Mão à Frente a Carteira Atrás: Crónica de um Milagre Político à Portuguesa”
Em Portugal, o verdadeiro milagre não é de Fátima, é fiscal.O cidadão entra na política com uma mão à frente e outra atrás — e dez anos depois tem um condomínio no Estoril, um Tesla à porta e um apartamento em Paris “em nome de um primo da Moldávia”.Não há fenómeno económico que explique tamanha multiplicação de património. Nem Warren Buffett, nem Marx, nem mesmo Santo António, com toda a sua fama de milagreiro, conseguiria tamanha façanha. A então juíza Maria José Morgado já nos avisava há década e meia, com ar de quem já vira muito rato a fugir pela porta do Ministério: “Entram pobres e saem milionários.” Ora…
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Crônica Satírica: O Meu Primeiro-Ministro — Com Amor e Submissão
Na corte moderna da democracia portuguesa, onde os cargos públicos se confundem com trincheiras de lealdade pessoal, brilhou hoje mais uma joia de vassalagem institucional. A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, em momento de candura e devoção digna de drama veneziano, declarou: “No dia em que o senhor primeiro-ministro, que é o meu primeiro-ministro, entender que chegou ao fim a minha missão, nesse dia, eu termino.” Não ficou claro se falava da pasta da Saúde ou de um casamento arranjado com Montenegro. 📏 Ministra ou Dama de Companhia? Ana Paula não parece querer governar, mas servir. Não ao povo, claro, que é exigente, doente e ingrato. Mas ao “seu”…
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📸 Marcelo: O Presidente Selfie-Made Man
“Marcelo não é um Presidente — é um ‘presença VIP institucional’. Está em todo o lado, menos onde faz falta. Em vez de decretos, distribui afetos. Em vez de decisões, tira selfies. Se fosse um slogan, seria: ‘Marcelo – agora com mais fotos e menos República!’” — Augustus Veritas, cronista de realidades ridículas 📸🇵🇹🔥
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🃏Crónica Relâmpago: Portugal, o Casino à Beira-Mar Estacado
“Durante cinco anos, fichas de casino serviram de detergente para lavar milhões. Portugal, o país onde se limpam fortunas à roleta, enquanto a justiça joga sempre pelo seguro: devagar, discreta… e quase sempre tarde demais.” — Augustus Veritas . 🃏🔥
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Marques Mendes: O Regresso do Regime Disfarçado de Normalidade
“O regime não caiu — mas apodreceu. Troca de rostos, muda de discurso, mas o cheiro é o mesmo: compadrio, privilégio e decadência institucional. Portugal precisa de uma ruptura — não de um novo gestor do velho sistema.” “Mudar de protagonistas sem mudar de guião é apenas teatro. E o povo está farto de ser figurante.”
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Portugal: Uma Democracia Sequestrada por Cartões de Militante
Durante décadas, Portugal foi-se convencendo de que vivia em democracia plena. Votava-se, havia campanhas, debates, programas eleitorais — tudo parecia normal. Mas por trás desse verniz institucional, erguia-se um regime de partidocracia fechada, onde os partidos se tornaram não instrumentos de representação, mas donos do sistema político. A política deixou de ser um espaço aberto à sociedade. Tornou-se um circuito fechado, onde os mesmos nomes rodam, os mesmos interesses se cruzam, e onde o cidadão comum — aquele que não tem cartão de militante — é meramente um espectador tolerado, chamado para votar e dispensado logo a seguir. A mediocridade tomou o poder. Não por acaso, mas por seleção interna:…
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Lançamento do Livro : O Rei dos Abraços
Stabat in scena, non in Falava ao povo, mas escutava o poder. A toga era branca, o silêncio, cúmplice. Não caiu. Foi-se apagando sob aplausos encomendados.
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Lançamento do Livro: O Grande Roubo da República
Data: 16 de maio de 2025Autores: Francisco Gonçalves e Augustus Veritas Um livro necessário, num país anestesiado Nasceu com urgência, foi escrito com indignação e agora está disponível para quem ainda se recusa a adormecer:“O Grande Roubo da República” — um livro que percorre com lucidez impiedosa os últimos 50 anos da democracia portuguesa, revelando os esquemas, os silêncios e as repetições do poder em farrapos. São 18 capítulos de denúncia, sátira e análise crítica. Uma obra que mapeia o assalto silencioso à coisa pública — do cavaquismo ao socratismo, da teia autárquica aos incêndios esquecidos, da justiça entorpecida aos média domesticados. Um livro com nomes, histórias e espelhos Não…




























