Soberania Digital
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European Open-Source Manifesto: The Liberation of Public and Private Software
FACT BOX Problem: structural dependency on proprietary vendors and annual licensing “rents”. Consequence: lock-in, recurring costs, forced migrations and reduced technological autonomy. Solution: a European open-source movement with funding, teams, standards and an active community. Objective: pay for European support and engineering — not perpetual tribute. Principle: open formats, interoperability and portability as mandatory rules in public procurement. Expected result: savings, resilience, auditable security and real digital sovereignty. European Open-Source Manifesto The Liberation of Public and Private Software Europe does not need permission to exist in the 21st century. It needs to write its own code, sign its own destiny, and exchange comfortable servitude for demanding freedom. Because freedom —…
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Carta Aberta à Classe Política Portuguesa — Reflexão Institucional e Histórica sobre o Dever de Escutar o País
BOX DE FACTOS Tipo: Carta aberta (reflexão institucional e histórica). Destinatários: Classe política portuguesa e responsáveis pela governação da República. Tese central: A distância entre poder político e sociedade civil enfraquece a democracia e empobrece a inteligência do Estado. Ideia-chave: Escutar não é fraqueza — é maturidade democrática e condição de futuro. Intenção: Contributo sereno, exigente e republicano para debate público. Carta à Classe Política Portuguesa Reflexão Institucional e Histórica sobre o Dever de Escutar o País O texto que se segue é uma carta aberta dirigida à classe política portuguesa e à governação do país. Não nasce do confronto, mas da preocupação cívica de quem observa o progressivo afastamento…
- Banalidade do mal extremo, Cidadania, Democracia e Sociedade, Manifesto, Partilha, Política Internacional, Soberania Digital
A Aliança dos Livres: quando a economia vira arma e a civilização precisa de coluna vertebral
BOX DE FACTOS Local: Fórum Económico Mundial (Davos). Declaração-chave: “O mundo está a sofrer uma rutura e não uma transição; a velha ordem não vai voltar.” Ponto central: Grandes potências usam integração económica como arma: tarifas, infra-estrutura financeira e cadeias de abastecimento como instrumentos de coerção. Gronelândia: Defesa do direito exclusivo da Gronelândia e da Dinamarca decidirem o seu futuro; rejeição de tarifas como chantagem. Conclusão estratégica: Democracias de média/alta capacidade precisam de aliança firme para resistir a intimidação e revisionismo. A Aliança dos países Livres: quando a economia vira arma e a civilização precisa de coluna vertebral Há frases que não são opinião: são sirenes. Em Davos, o primeiro-ministro…
- Artificial Intelligence, Cidadania, Ciência, Ensino 3.0, Filosofia, Literacia, open-source, Partilha, Soberania Digital
A Escola do Futuro Começa Hoje: Laboratórios na Sala de Aula e IA como Aliada do Pensamento Crítico
BOX DE FACTOS Problema: o ensino ainda funciona como fábrica de memorização, num mundo que já opera com IA. Solução: laboratórios permanentes na sala de aula + aprendizagem por projectos + pensamento crítico. Ferramenta transversal: IA como copiloto cognitivo (não como batota). Resultado: alunos criadores — capazes de prototipar, validar, pensar e inovar. Visão: a escola deixa de preparar para empregos fixos e passa a preparar para futuros mutáveis. A Escola do Futuro Começa Hoje Laboratórios na Sala de Aula e IA como Aliada do Pensamento Crítico “Num mundo onde uma máquina já escreve, calcula, traduz e programa, a escola que continua a avaliar memorização não está a ensinar —…
- Elites patéticas, Manipulação da verdade, Mediocridade, Soberania Digital, Tecnologias IT, Telecomunicações
‘Excel dos Flintstones’ e a promessa de uma revolução que o Estado adia há décadas
BOX DE FACTOS Frase-síntese: o sistema que gere o Orçamento do Estado foi comparado a um “Excel dos Flintstones”. Contexto: intervenção de Joaquim Miranda Sarmento num almoço-debate do International Club of Portugal (Lisboa). Escala do problema: despesa da administração central distribuída por cerca de 800 entidades e ~700 mil pessoas. Diagnóstico: “soluções do final dos anos 90” para gerir despesa e processos orçamentais. Promessa: “revolução/transformação tecnológica” do lado da despesa, com ambição de eficiência semelhante à Autoridade Tributária. O Portugal Tecnológico: o “Excel dos Flintstones” e a revolução que chega sempre amanhã Há frases que são memes — e há memes que são diagnósticos clínicos. Chamar “Excel dos Flintstones” ao…
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A Educação em Portugal e o Pão da URSS — Planeamento Central, Resultados Pequenos
BOX DE FACTOS Frase-âncora: “Temos na educação um sistema soviético de planeamento central…” Ponto de crítica: resultados percebidos como medíocres, custos elevados, resistência estrutural à mudança. Contraponto prático: modelos fora do “molde único”, como programas complementares e personalizados. Caso em destaque: TUMO, com reconhecimento internacional recente, traz a conversa para o chão. Fonte bolacha: *Público* — entrevista e análise, 27 Dez 2025. A Educação e o Pão da URSS — Quando o Planeamento Central Entra na Sala de Aula Há frases que não são “opinião”: são fósforos. E esta arde onde dói — no ministério, na burocracia, na sala de aula e no futuro roubado ao centímetro. 1. O Ministério…
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Ano Novo, País Novo: uma esperança teimosa para um Portugal justo e criador
BOX DE FACTOS Esperança não é anestesia: é lucidez com coragem. Justiça não é discurso: é prática regular, previsível e igual para todos. Riqueza não nasce de favores: nasce de competência, trabalho e inovação. Nepotismo é um imposto invisível: paga-o quem não tem “padrinho”. Corrupção é um incêndio lento: começa no “jeitinho” e acaba no colapso. Ano Novo, País Novo — a Esperança Teimosa de um Portugal Justo Há um tipo de esperança que não pede licença: entra pela porta da frente, limpa as mãos, e diz ao País — “vamos trabalhar a sério”. E esta frase aplica-se primeiramente aos nossos governantes, políticos e elites, e a um povo que…
- Cidadania, Ciência, O futuro é já amanhã, Produtividade e inovação, Soberania Digital, Tecnologias IT, Telecomunicações
2026: O Ano em que a Tecnologia Deixa de Ser Ferramenta — e Começa a Ser Companhia
BOX DE FACTOS 2026 tende a ser o ano da consolidação dos sistemas multi-agente: IA a planear, delegar, negociar e executar tarefas em cadeia. Os chips de inferência ganham protagonismo: mais IA a correr “em produção”, menos IA em modo laboratório. O combate à fraude e ao “realismo sintético” acelera: proveniência digital, detecção de deepfakes e autenticação de origem. Robótica e “Physical AI” saem do folheto e entram na rua — mas muitas vezes com um humano invisível ao comando, lá ao fundo do cabo. O mundo tecnológico fragmenta-se: soberania, residência de dados e “geopatrias” digitais tornam-se palavras do quotidiano. Em paralelo: redes por satélite mais disputadas, dispositivos a mudar…
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PhDs: from paper to prototype — and China shifting gears
FACT BOX Part of the West has adopted (or tolerated) “publication-based” doctorates: stacks of papers standing in for a thesis — with growing criticism about equivalence and quality. In China, signs of a pivot are emerging: standards and pilot programmes that favour applied results, engineering-oriented dissertations and, in specific cases, completion via product/design instead of a classic thesis. The bet connects to a bigger strategy: shorten the path between lab, prototype and market — and reduce “showcase innovation”. The risk is not practice itself: the risk is practice also becoming theatre (cardboard prototypes, rigged metrics, “demos” without substance). Doctorates: from paper to prototype — and China shifting gears Some doctorates…
- Artificial Intelligence, Collective Intelligence, Ensino 3.0, Partilha, Produtividade e inovação, Redes-Sociais Social-Web-Factor, Soberania Digital, Tecnologias IT, Telecomunicações
Distopia por omissão: quando a IA acelera e o pensamento crítico não acompanha
BOX DE FACTOS O risco: delegar o pensar até deixar de o reconhecer como tarefa nossa. A tentação: confundir escrita fluida com verdade sólida. O mecanismo: “offloading” cognitivo — quando a ferramenta pensa por nós e nós desaprendemos o esforço. O efeito social: mais velocidade, menos verificação; mais “conteúdo”, menos compreensão. O antídoto: literacia em IA + rituais de dúvida (perguntar, testar, confrontar, validar). Distopia por omissão: quando a IA acelera e o pensamento crítico não acompanha Há tiranias que te proíbem a palavra. E há distopias mais sofisticadas: dão-te palavras prontas, e tu abdicas do pensamento por cansaço — ou por conforto. O mundo entrou numa nova fase do…




























