Democracia e Sociedade
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🏦 Justiça à Portuguesa: Perdão para os Bancos, Porrada para o Povo
"Em Portugal, quem rouba pão vai preso. Quem rouba bancos dá entrevistas." No país onde a justiça corre atrás do pobre com a pressa de um fiscal de impostos… os bancos vão sendo perdoados com a delicadeza de quem pede desculpa por ter tropeçado num trono. Quando a justiça se ajoelha diante da banca, o povo continua a pagar — com juros, spread e sangue.
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Portugal, quem paga a conta?
“Em Portugal, o topo da pirâmide paga… mas menos do que devia. E a base paga… porque não tem como escapar. A justiça fiscal é uma peça de teatro: os números impressionam, mas atrás do pano esconde-se um sistema feito à medida de quem manda.”
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Israel e o Irão: Uma Guerra de Objetivos, Não de Tempo
Francisco Gonçalves & Augustus VeritasJunho de 2025 “No Médio Oriente, não se luta apenas com armas — luta-se com narrativas, memórias e mitos.” A guerra entre Israel e o Irão não é apenas mais um confronto militar no xadrez caótico do Médio Oriente. É uma batalha existencial, calculada, onde o tempo cede o protagonismo aos objetivos. Israel, neste momento, não procura apenas retaliar. Procura reescrever o futuro da região com bombas, satélites e inteligência cirúrgica. 🎯 O Fim Antes da Paz Israel não pretende um cessar-fogo que o deixe igual ao ponto de partida. O que está em jogo é o reposicionamento estratégico da região para as próximas décadas. O…
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🧠 Ignorância, Opinião e o Dever de Pensar
"Ignorar é humano. Mas recusar pensar… é perigosamente desumano. O verdadeiro perigo não é não saber — é não querer saber. É transformar a ignorância em bandeira e combater ideias com slogans. Como alertou Hannah Arendt, o mal começa quando nos dispensamos de pensar."
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⚠️ Aviso à Navegação: Cuidado com os Guardiões do Slogan ⚓
Há por aí uma elite — bem instalada, cheia de pergaminhos e benesses do sistema — que navega pelo LinkedIn como quem patrulha mares sagrados. Acreditam-se detentores da verdade última, empossados da sua prosápia académica, institucional ou empresarial, prontos a distribuir likes condescendentes ou críticas ferozes… especialmente contra quem ousa pensar diferente. Mas o grave não é só criticarem — é combaterem novas ideias com velhos slogans.A cada proposta disruptiva, lá vêm eles com os mantras do passado:🧱 “Isso não é realista.”🧱 “Sempre foi assim.”🧱 “Já tentaram e falhou.”🧱 “É muito bonito, mas o mundo não funciona assim.” Como se o mundo estivesse a funcionar tão bem assim!Como se repetir…
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A Reforma Fantasia de Montenegro com muita magia
“Montenegro quer reformar o Estado como quem muda os cortinados numa casa em ruínas: bonito para a fotografia, inútil para quem lá vive. É a velha arte portuguesa de prometer tudo sem mexer em nada — com powerpoints em vez de coragem e slogans em vez de reformas.”
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🎭 A Farsa da Reforma: Montenegro e o Teatro do Imobilismo
"Montenegro lança foguetes por um anúncio vazio: uma reforma do Estado sem toque nos verdadeiros intocáveis."
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📖 Lançamento de Deuses, Tronos e Sombras
📖 Uma Obra sobre Fé, Poder e a Sombra da Maldade Foi lançado esta semana o livro Deuses, Tronos e Sombras, da autoria de Francisco Gonçalves e Augusto Veritas, uma obra densa, corajosa e necessária — escrita a duas mãos e acesa por uma só chama: a da procura da verdade num mundo ofuscado por séculos de fé cega e poder absoluto. Este não é um livro religioso, nem antirreligioso. É um grito filosófico e uma meditação histórica sobre os mecanismos que, em nome do sagrado, legitimaram impérios, crucificaram liberdades e acenderam fogueiras. Ao longo de doze capítulos e um epílogo, os autores percorrem a origem das crenças, a ascensão…
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A Imprensa Portuguesa e o Silenciamento da Verdade
“O povo português foi lobotomizado à força de manchetes manipuladas e crónicas sonsas. Os jornalistas do Expresso já não informam — programam. São engenheiros da ilusão, domesticadores de consciências, funcionários do pensamento único. O seu ofício deixou de ser a verdade — agora é a gestão da perceção. E quem ousa denunciar esta farsa é logo silenciado, ridicularizado ou ignorado. O povo? Vai aplaudindo o anestesiante, sorrindo no escuro, sem saber que vive numa democracia com censura invisível.” - Augustus Veritas
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Os Jornalistas da Ambiguidade Moral: Quando o Expresso Confunde o Agressor com a Vítima
“No Expresso, o jornal do regime por excelência, já não se faz jornalismo — faz-se encenação. Os seus cronistas são malabaristas da linguagem, mestres do eufemismo, especialistas em parecer críticos sem nunca beliscar o poder real. Servem a narrativa, não a verdade. Informam pouco, iludem muito. E assim alimentam a máquina do entorpecimento coletivo, transformando o povo num rebanho obediente ao som das suas palavras polidas e vazias.” -Augustus Veritas





























