Política Internacional
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“Conquistar a Ucrânia: O Sonho Imperial Russo e o Eco do Abismo”
"A Rússia pode avançar com tanques, mas cada metro conquistado em solo ucraniano custa-lhe décadas de futuro. Não se governa um povo livre com medo. E quem tenta esmagar a liberdade com ferro e fogo, descobre cedo demais que o império queima por dentro. A Ucrânia resiste — e na sua resistência, revela ao mundo o verdadeiro rosto da Rússia de Putin: um império que marcha, mas que já começou a cair."
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Harvard, Trump e a Guerra Contra o Saber: Quando o Autoritarismo Aponta à Mente
"Quando um líder teme a universidade mais do que a guerra, é porque sabe que nenhuma bomba destrói tanto o autoritarismo como o pensamento livre. Harvard não é apenas um campus — é um símbolo. E Trump, ao tentar dobrá-la, revela que o que realmente deseja não é governar um país, mas domesticar consciências. Numa era de sombras, pensar é um ato de resistência."
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Trump, Putin, Xi… e a Europa à margem da História
O mundo está a ser redesenhado — não por tratados, mas por ambição bruta. Enquanto as placas tectónicas da geopolítica se movem com violência, a Europa dorme com o peso dos seus fantasmas e a ilusão do seu passado imperial. Estamos a assistir a uma nova Guerra Fria — mas com menos ideologia e mais transações.Uma era de capitalismo armado, de autoritarismo estratégico e de alianças voláteis.E no centro deste novo xadrez, três peças dominam o tabuleiro: Trump: o CEO do império em renegociação Donald Trump não vê o mundo como um sistema de equilíbrios, mas como um campo de negócios.Para ele, alianças não são valores, são contratos: Com Trump…
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A diplomacia dos cheques: como Xi Jinping está a comprar o mundo enquanto o Ocidente assiste
No xadrez geopolítico do século XXI, já não é necessário conquistar para dominar. Basta emprestar. E nenhum jogador entende isso melhor do que Xi Jinping, o presidente da China que, sem disparar um único tiro, está a redesenhar a ordem mundial com crédito, influência e contratos de longo prazo. Esta semana, a China prometeu 8,3 mil milhões de euros em empréstimos a países da América Latina e Caraíbas, reforçando o seu papel como parceiro preferencial das economias em desenvolvimento. Mas o gesto é muito mais do que financeiro — é político, estratégico, e profundamente simbólico. O que Xi está a fazer É o modelo chinês de diplomacia: dinheiro agora, influência…
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A Europa em Queda: Um Continente Cercado pela Nova Era dos Ditadores
"A Europa não será destruída apenas pelos seus inimigos externos. Será consumida pela sua própria cobardia, pela sua perda de memória e pela renúncia silenciosa aos ideais que a fundaram." — Francisco Gonçalves
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Trump Aprofunda o Abismo: Purga Militar e a Erosão Final da Democracia
A purga nunca vista: Trump ataca o coração das Forças Armadas Em mais um gesto alarmante e sem precedentes, Donald Trump, agora de novo no poder, demitiu abruptamente o general Charles Q. Brown Jr., presidente do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA, bem como a almirante Lisa Franchetti, chefe da Marinha, e o general James Slife, vice-chefe da Força Aérea. A substituição dos principais líderes militares por figuras reformadas, politizadas ou ideologicamente alinhadas não é um episódio isolado: é parte de uma estratégia de domínio absoluto sobre o aparelho de Estado, desvirtuando a competência técnica em favor da obediência pessoal. A gravidade não reside apenas nos nomes afastados, mas…
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Crónica: O Teatro da Paz num Mundo de Abutres
Trump começa a recuar. As suas tarifas, anunciadas com a arrogância típica de um negociante de feira, revelam agora os efeitos perversos sobre o próprio mercado global. A retórica do “America First” colide com a realidade de uma economia interdependente, e até aliados internos, como Elon Musk, começam a sentir na pele os custos de alinharem com o populismo cego. Mas o problema não é só Trump. É o que ele representa: o desmantelamento progressivo da diplomacia americana, o abandono dos aliados europeus, a perversão das alianças estratégicas. Os EUA tornaram-se um país fragilizado, onde o sistema de freios e contrapesos parece encostado à parede, sem fôlego nem coragem. A…
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A América Merceeira e o Avanço do Dragão
Donald Trump conduziu a América como quem gere uma mercearia de bairro: com contas feitas em cima do joelho, promessas gritada a plenos pulmões e uma lógica de improviso travestida de pragmatismo. O problema é que os Estados Unidos não são uma banca de fruta. São, ou foram, o epicentro da ordem mundial, o bastião das democracias liberais, o exemplo (ainda que imperfeito) de equilíbrio entre poder e responsabilidade. Hoje, a herança de Trump continua a pairar como uma nuvem tóxica. O discurso simplista, os gestos teatrais e a obsessão pela imagem não desapareceram. Pelo contrário, infiltraram-se na prática política americana, reduzindo o debate público a slogans, o conhecimento a…
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O Vazio de Liderança Americana e o Avanço dos Autocratas
Donald Trump, com a sua retórica agressiva e políticas erráticas, está a conduzir os Estados Unidos por uma rota suicidária. E não apenas no plano interno, onde polariza a sociedade e mina a democracia, mas também no xadrez global, onde desmantela alianças históricas, fragiliza a economia americana e cede terreno às potências autoritárias. Ao abandonar o multilateralismo e declarar guerra à globalização, Trump cria vácuos. E a história ensina-nos que o vácuo de liderança nunca dura: alguém o preenche. E quem o está a preencher são dois regimes com visões autoritárias e agendas expansionistas claras: a China de Xi Jinping e a Rússia de Vladimir Putin. No plano económico, Trump…
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Europa no Fio da Navalha: Entre o Protecionismo Americano e a Abertura Chinesa
As novas tarifas anunciadas por Donald Trump são mais do que um erro económico interno: são um terramoto cujas ondas de choque se farão sentir em todo o planeta. E, como sempre, a Europa está no epicentro da turbulência sem ter provocado o sismo. A dependência comercial, tecnológica e estratégica da União Europeia em relação aos Estados Unidos torna-a vulnerável à imprevisibilidade de Washington. E quando essa imprevisibilidade toma a forma de protecionismo agressivo, a UE tem apenas duas opções: ajoelhar ou reposicionar-se. A história das relações transatlânticas está repleta de alianças cómodas e cumplicidades estratégicas. Mas também está marcada por assimetrias e submissões. A Europa tornou-se, em muitos aspetos,…





























