Crónicas
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Portugal não pode viver de décimas
Uma crónica sobre o crescimento anémico de Portugal, a distância entre equilíbrio contabilístico e desenvolvimento, e a necessidade de uma estratégia nacional ambiciosa assente em produtividade, ciência, indústria e tecnologia.
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A Vacina Contra as Utopias
Uma reflexão sobre a sedução das utopias políticas, a contradição entre liberdade e poder absoluto, o PREC, o modelo nórdico e a virtude essencial das democracias: poderem corrigir os próprios erros.
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Portugal: O Estado a que Chegámos
Uma crónica crítica sobre a degradação silenciosa da prestação de contas, a opacidade transversal dos partidos de poder e a transformação do cidadão em figurante da democracia.
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Os fabricantes de percepções
Uma crónica crítica e satírica sobre a linguagem das percepções e narrativas, a irresponsabilidade política, o comentariado mediático e a substituição dos resultados pela gestão da comunicação.
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A Bala de Prata e a Pobreza ao Domicílio
Uma crítica à ideia de que a justiça em 90 dias pode, sozinha, salvar Portugal: sem inovação, empresas com escala, capital de risco e cultura de excelência, não há bala de prata.
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A Criança que Permanece em Nós
Uma reflexão sobre a importância de conservar a criança interior, preservando a curiosidade, os sonhos, a imaginação e a capacidade de transformar o real.
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Portugal Vai Reformar a FIFA: A Coragem Moral que Não Encontra Morada em Casa
A política portuguesa descobriu a transparência e decidiu aplicá-la à FIFA. Uma crónica satírica sobre a coragem moral que cresce com a distância e desaparece quando chega a Lisboa.
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A Corte Televisiva do País Pobre
Uma crónica crítica sobre a corte mediática sustentada pelo contribuinte, a opacidade das remunerações de topo, o moralismo de estúdio e a distância entre certas figuras televisivas e o país real.
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A humanidade ainda é capaz de pensar?
Um ensaio sobre pensamento crítico, dúvida, inteligência artificial, delegação cognitiva e o risco de uma humanidade rodeada de respostas que desaprende lentamente a formular perguntas.
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Portugal, Sociedade Limitada
Uma sátira sobre um país extraordinário, governado como um condomínio em conflito, onde os anúncios chegam antes das obras e a responsabilidade nunca é encontrada em estado selvagem.

























