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Lançamento do Livro “Mais Sentido, Menos Prozac”
Mais Sentido, Menos Prozac Um livro de Francisco Gonçalves & Augustus Veritas Lumen Box de Factos: Título: Mais Sentido, Menos Prozac Autores: Francisco Gonçalves & Augustus Veritas Lumen Género: Ensaio filosófico e humanista Editora: Edição de Autor — Fragmentos do Caos Ano: 2025 O livro Mais Sentido, Menos Prozac nasce como um sopro de lucidez num mundo saturado de ruído químico e silêncio interior. É uma reflexão sobre a dor humana, a solidão moderna e a necessidade de reencontrar propósito — não nas farmácias da alma, mas no significado da própria existência. Francisco Gonçalves, com a cumplicidade literária de Augustus Veritas Lumen, oferece uma obra que transcende o mero ensaio:…
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Silêncio Dourado: A Nova Arte de Não Ouvir o Povo
Epílogo — O Relâmpago e o Charco Box de Factos: Numa nação que confundiu esperteza com mérito, a palavra livre ainda é o único relâmpago capaz de rasgar a noite. Este epílogo sela a série “Contra o Teatro da Mediocridade” com a mesma regra de ouro: ética antes de estética, verdade antes de aplausos. Não nos iludamos: o charco não secará por decreto, nem a lama se tornará mármore por obra de cronistas vaidosos. O que muda um país é a obstinação de poucos — os que atiram a pedra certa, no momento certo, para que as ondas cheguem onde a coragem ainda não chegou. As elites de papelão, douradas…
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Proibir a Liberdade, Gradualmente e com Elegância
Os Democratas do Silêncio — Quando a Liberdade Incomoda o Poder Box de Factos: Miguel Sousa Tavares afirmou recentemente que se deviam “proibir gradualmente as redes sociais”. Um pensamento revelador da nova aristocracia de opinião — aquela que ama a democracia, desde que o povo não fale demasiado. Disse Miguel Sousa Tavares, com o seu habitual tom de superioridade moral: “Deviam proibir gradualmente as redes sociais.” Eis o democrata de pacotilha em plena forma — defensor da liberdade apenas quando ela serve os seus pares e o seu conforto de cronista consagrado. As redes sociais são, sem dúvida, um espelho deformado do nosso tempo: há nelas ruído, ódio e desinformação.…
- Assalto a "coisa pública", Corrupção, Domesticação mentes, Manipulação da verdade, Mediocridade, Nepotismo, Novas formas domesticar opiniões, País de Desigualdades e Injustiça
Rouba, Mas Faz — o Evangelho dos Tolos
O Elogio da Corrupção — Quando o Vício se Faz Virtude Box de Factos: Um post recente elogia um político condenado por corrupção, celebrando-o como exemplo de competência e resiliência. O texto é revelador: o país já não distingue moral de habilidade, nem ética de eficiência. A esperteza, em Portugal, é o novo mérito nacional. Li o texto e vi nele o retrato perfeito da decadência moral que assola Portugal. Um texto que, com palavras bem escolhidas e tom quase filosófico, tenta reabilitar o vício em nome da eficácia. E o mais grave é que o faz com ar de quem descobriu uma nova sabedoria. “Houvéssemos por aí mais Isaltinos”…
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Portugal, o País da Democracia dos Direitos sem Deveres
Portugal: o país onde todos pedem, mas ninguém cria Box de Factos: Nos últimos 50 anos, Portugal viveu sob a mesma cantilena: mais dinheiro, mais direitos, mais subsídios. O problema? A cornucópia estatal secou — e a produtividade nunca apareceu. Em Portugal, todos os funcionários públicos pedem sempre mais dinheiro. Todos os anos, a mesma sinfonia: greves de professores, enfermeiros, médicos, técnicos e administrativos, todos com a mesma partitura — “temos direitos, queremos respeito”. Mas esquecem o resto da frase: “e deveres, alguém?” Como disse um ministro das Finanças, nos tempos da Troika, com um raro momento de lucidez orçamental: “O que é que não entenderam? Não há dinheiro.” Mas…
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🟡 A Greve Eterna: O País que Parou de se Superar
Greve Permanente — O País que Parou de Trabalhar Box de Factos: Em 2025, Portugal mantém uma média de dezenas de greves mensais na função pública. Professores, médicos, enfermeiros, técnicos de saúde, bombeiros e funcionários judiciais somam centenas de milhares de horas perdidas por ano. As consequências recaem sobre a saúde, a educação e a produtividade nacional — mas ninguém assume responsabilidade. Cinquenta anos depois do 25 de Abril, Portugal vive refém de uma greve que nunca terminou. Todos os anos, os mesmos sindicatos, as mesmas bandeiras, os mesmos rostos e os mesmos slogans — a ladainha ritual do “direito à carreira”, da “falta de progressão”, do “governo que não…
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🟡 Portugal, o País que Confunde Eventos com Futuro
Web Summit, Web Submissos — A Liturgia da Mediocridade Nacional Box de Factos: O PS prepara-se para aprovar 7,2 milhões de euros para a Web Summit — verba que o próprio partido chumbou em Setembro. A Câmara de Lisboa tenta agora viabilizar o pagamento através de “reprogramação de compromissos bancários”. O evento, outrora símbolo de inovação, é hoje uma feira de egos e slogans digitais. Há decisões políticas que revelam mais do que mil discursos: mostram o retrato moral de um país. O PS, que há poucas semanas rejeitara o pagamento de 7,2 milhões à Web Summit, surge agora pronto a aprovar o mesmo montante — desta vez, travestido de…
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🟡 A Pátria dos Microfones e o Exílio das Ideias
Portugal: O País dos Comentadores e o Silêncio das Ideias Box de Factos: Em 2025, Portugal tinha mais comentadores por metro quadrado do que cientistas activos. A maioria dos “painéis de especialistas” televisivos é composta por ex-governantes, assessores políticos ou analistas que dependem financeiramente dos próprios grupos de media que comentam. Portugal está inundado de comentadores. Gente “especialista” em tudo, ex-ministros incompetentes reciclados como sábios da desgraça, e outros tantos a soldo dos governos ou dos aparelhos partidários. As televisões e jornais já não informam — formatam. Produzem opinião em série, embalam-na em frases sonantes e servem-na ao público como se fosse pensamento. O país já não tem notícias. Tem…
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🧱 O País das Caixinhas: Como Portugal Mata a Inovação em Organigramas
O Organigrama da Mediocridade — A Morte da Inovação em Portugal Box de Factos: A maioria das empresas portuguesas, públicas e privadas, continua a estruturar as suas áreas de Tecnologias de Informação com base em organigramas hierárquicos concebidos por gestores sem formação tecnológica. O resultado: equipas desarticuladas, incapazes de inovar ou definir estratégias de futuro. A inovação morre no Excel — antes mesmo de nascer. Em Portugal, tudo começa com um organigrama. Antes de se falar em missão, tecnologia ou visão, desenha-se uma grelha. Uma estrutura vertical, feita de caixinhas e setas, onde se pretende colocar a “equipa de IT”. E é aí, nesse ato burocrático e quase litúrgico, que…
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O Preço do Silêncio: Como Morrem as Democracias
🕯️ Manifesto: A Imprensa que se Rendeu ao Silêncio Série Contra o Teatro da Mediocridade · por Francisco Gonçalves & Augustus Veritas Lumen “Onde devia arder a luz da verdade, restam agora candeias sem azeite.” Portugal tem hoje uma imprensa que já não fala — murmura. Não investiga — comenta. Não vigia — serve. Os jornais que nasceram para ser trincheiras de liberdade tornaram-se parques infantis do poder: brincam às notícias, equilibram-se nas verbas públicas, e sorriem aos tiranos de fato e gravata. Os repórteres que um dia escreveram com sangue e convicção foram substituídos por gestores de narrativa e moderadores de silêncio. Já não há redações — há redações…





























