Totalitarismo
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Heranças e Tributos: O Fisco que Não Parte, Mas Exige a Parte
Como o Estado continua a punir os herdeiros por venderem o que ainda não é deles. 🏰 Uma herança medieval num país moderno só no nome Portugal, 2025.Ano da inteligência artificial, da app do SNS e das promessas do PRR.Mas o Fisco ainda age como nos tempos da Ordem de Avis:com lanças nas costas do contribuinte, cofres famintos e um entendimento da lei que faria corar os tribunais de D. Dinis. Mais uma vez, o alvo são os herdeiros — cidadãos comuns que, por infortúnio ou destino, ficaram com um quinhão numa herança ainda por partilhar. Se um deles decide vender a sua parte (não um bem específico, mas sim…
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Sol Taxado, Sistema Descarregado: A Farsa Verde do Governo em Portugal
Enquanto se vendem baterias a 400 milhões, o sol é taxado como luxo e o povo continua na sombra. Num país abençoado pelo sol mas amaldiçoado pela gestão pública, o Governo volta a brindar-nos com mais um brinde amargo: 400 milhões de euros para investir em baterias e autoconsumo centralizado, enquanto, ao mesmo tempo, aumenta o IVA dos painéis solares de 6% para 23%. Eis o retrato de um Estado que prega a transição energética com uma mão… e dá um tiro no pé com a outra. Chamam-lhe investimento estratégico. Nós chamamos-lhe descaramento sistémico. O negócio das “baterias públicas” Alegam que é para “evitar apagões” como o que aconteceu recentemente…
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🏛️ Uma República das Bananas Podres, com selo judicial
🔥 Excerto Na República das Bananas Podres, há dívidas que não são dívidas, contratos que anulam milhões, e tribunais que abençoam o desaparecimento. Luís Filipe Vieira sai impune de uma dívida de 291 milhões de euros ao Novo Banco, não por milagre — mas por cláusulas bem redigidas. Enquanto o contribuinte conta trocos para pagar o gás, os grandes devedores saem de cena com a pasta na mão, o banco a arder, e o sistema a aplaudir. Mais um episódio do teatro nacional onde os palhaços estão nas bancadas... e os truques fazem-se no palco.
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O Cargo de Luxo para Supervisionar o Vazio
Num país onde os jovens emigrados sustentam os pais reformados, onde os hospitais fecham por falta de médicos, e onde se debatem cêntimos no preço da merenda escolar, há um cargo que permanece intocável pela realidade: o de governador do Banco de Portugal. Álvaro Santos Pereira, ex-ministro reciclado, ex-consultor global, ex-tudo-e-mais-alguma-coisa, prepara-se para ocupar esse trono — com vencimento de quase 20 mil euros por mês, regalias à parte.Tudo para “supervisionar” um setor que já não existe como o povo pensa: a banca privada nacional foi devorada, desfeita ou vendida ao desbarato — muitas vezes com o selo de aprovação desta mesma “supervisão”. 💼 Um cargo dourado para um papel…
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Os Senhores do Silêncio: Lacaios de Luxo da Banca Corrupta
Durante décadas, o Banco de Portugal ostentou um título pomposo: “autoridade supervisora do sistema financeiro”.Mas essa pompa escondia um vazio funcional e um abismo ético. Hoje, com escândalos atrás de escândalos, falências atrás de falências, e fortunas públicas escoadas como areia pelos dedos, temos a obrigação de dizer a verdade nua e crua: O Banco de Portugal falhou.E os seus governadores foram cúmplices, ou no mínimo, lacaios passivos, dos poderes corruptos que arruinaram a banca portuguesa. Salários de Ouro, Serviço Zero Os governadores e vice-governadores do Banco de Portugal recebem vencimentos superiores ao presidente do Tesouro dos EUA.Num país onde a maioria da população sobrevive com salários mínimos e pensões…
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🌍 O Fio da Navalha: Democracias à Deriva e o Espectro do Retrocesso Civilizacional
Vivemos uma época inquieta, em que a civilização que tanto se gabou do seu progresso científico, humanista e tecnológico, começa a dar sinais de regressão profunda.Um retrocesso que não acontece com guerras mundiais ou meteoritos visíveis, mas com o desgaste silencioso das instituições democráticas, da ética comum e da confiança entre os povos. 🏛️ 1. A Democracia Representativa Deixou de Representar Em vez de uma democracia viva, deliberativa e participada, temos hoje um simulacro de soberania popular.Os parlamentos enchem-se de carreiristas políticos, obedientes ao partido e alheios ao povo. As decisões são tomadas em gabinetes opacos, influenciadas por lobbies, interesses empresariais e consultoras globais. Os cidadãos votam de quatro em…
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A Intocabilidade dos Poderosos: O Caso Jorge Mendes e o Medo do Fisco
Portugal é um país onde os pobres pagam até o que não devem e os poderosos adiam, recorrem, manobram e escapam. O caso do superagente de futebol Jorge Mendes é mais uma mancha nesse pano de fundo escurecido por décadas de impunidade fiscal e lentidão judiciária. Dez anos para decidir um imposto A justiça portuguesa está há mais de dez anos a decidir se Jorge Mendes deve ou não pagar cinco milhões de euros em IRS. A história remonta à sua alegada utilização de uma estrutura financeira legal, mas considerada abusiva, com o único objetivo de contornar a tributação. Segundo a própria juíza do caso, a operação é reconhecidamente abusiva,…
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Medina Carreira: O Economista que Gritava Verdades ao Regime Surdo e Corrupto em que vivemos!
Enquanto muitos se acomodavam ao teatro institucional da democracia portuguesa, Medina Carreira foi, durante anos, uma voz firme, impertinente e esclarecida no meio do ruído. Com ar austero, tom cortante e uma clareza desconcertante, expôs com números, factos e coragem as entranhas apodrecidas do sistema político, económico e fiscal português. Uma Voz Fora do Coro Antigo ministro das Finanças (1976), jurista e economista, Medina Carreira tornou-se conhecido do grande público não pela sua passagem pelo governo, mas pelo seu papel enquanto analista incómodo. Em programas como “Olhos nos Olhos”, na TVI24, denunciava semanalmente: Denúncia com Dados, Não com Ideologia Medina Carreira não era um populista. Falava com dossiês na mão,…
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Portugal: Um Estado que falha aos cidadãos, e isto confirmado pela Transparência Internacional
Em mais uma confirmação oficial da decadência sistémica do regime português, a Transparência Internacional Portugal (TI-PT) veio a público criticar severamente o Programa do Governo da Aliança Democrática (AD), classificando-o como um documento sem “salto qualitativo” na luta contra a corrupção. Segundo a organização, aquilo que deveria ser um plano ambicioso, claro e monitorizável para enfrentar um dos problemas mais enraizados do Estado português, tornou-se apenas mais um compéndio de promessas vagas. “Eram esperados compromissos mais claros, monitorizáveis e ambiciosos nesta matéria”, defendeu a TI-PT, apontando falhas graves e sistémicas. A palavra “falhas” é aqui generosa. O que está em causa é a perpetuação de um sistema que se alimenta…
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Fragmentos do Caos: Trump, a Rússia e o Eco de Granadas Geopolíticas
Reflexão crítica sobre o ultimato norte-americano à Rússia e o papel ambíguo de Donald Trump no palco global. Hoje: “Trump está a ser manipulado?” O que originou o súbito e ameaçador ultimato dos Estados Unidos à Rússia? O Major-General Arnaut Moreira levanta a dúvida que muitos evitam articular: estará Trump a agir como um mero peão nos desígnios ocultos do Kremlin? Ou será ele um peão que sonha ser rei, jogando vários tabuleiros ao mesmo tempo? A realidade internacional está longe de ser binária. O que parece certo é que a diplomacia norte-americana atravessa um momento de turbulência, com Washington a acenar mísseis de retaliação e palavras de guerra, ao…




























