Democracia e Sociedade
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🇵🇹 O Estado Atual de Portugal — Uma Radiografia Sem Anestesia
“Portugal vive um milagre económico de papel, uma justiça cega só para os pobres, uma política que é teatro de sombras, e uma sociedade cansada à beira do abismo. Esta radiografia não é exagero — é diagnóstico. E se não agirmos com coragem, o doente continuará a definhar… em silêncio.” — Augustus Veritas
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O que é o Fundo de Resolução? Nós explicamos tudo
“Chamam-lhe Fundo de Resolução como se fosse solução — mas é só um disfarce elegante para um assalto com luvas brancas. Protege os bancos, salva os abutres, e deixa o povo a pagar uma conta que nunca passou por ele. É a farsa perfeita da democracia capturada.” — Augustus Veritas
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Portugal, Lê Antes que Te Levem Tudo
“As nossas crónicas não são opinião — são espelhos. E quem tiver coragem de olhar verá o país real: saqueado, silenciado, mas ainda vivo. Lê, partilha, desperta. Porque a verdade não adormece — apenas espera por quem a ouse ler.” — Augustus Veritas ✍️🔥
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🃏Crónica Relâmpago: Portugal, o Casino à Beira-Mar Estacado
“Durante cinco anos, fichas de casino serviram de detergente para lavar milhões. Portugal, o país onde se limpam fortunas à roleta, enquanto a justiça joga sempre pelo seguro: devagar, discreta… e quase sempre tarde demais.” — Augustus Veritas . 🃏🔥
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Portugal, Onde os Culpados São Promovidos – A Farsa do BES e a Memória que Ainda Arde
“Quando um Presidente tranquiliza o povo na véspera de um colapso, e uma Ministra das Finanças sobe ao palco europeu após o desastre, sabemos que Portugal já não é governado — é gerido por uma elite que sobe, enquanto o povo… afunda.” — Augustus Veritas
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O Funeral do Novo Banco – Crónica de um Assalto Consentido
“O Novo Banco foi o saco sem fundo onde despejámos os nossos impostos e as nossas ilusões. A venda agora anunciada é apenas o selo final de um assalto consentido: os abutres lucram, o povo paga — e ninguém responde. Portugal, país onde a impunidade é política de Estado.” — Augustus Veritas
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Crónica: A Banca Roubou, o Povo Pagou – e Nada Aconteceu
“Em Portugal, a banca roubou, o povo pagou — e nada aconteceu. Nenhum banqueiro caiu, nenhuma fortuna foi devolvida, nenhuma justiça foi feita. A democracia foi sequestrada por um cartel financeiro blindado por leis lentas e políticos serventuários. Mas cada juro abusivo, cada corte imposto, cada silêncio cúmplice, é lenha num barril de indignação. E um dia, pode ser que o povo acerte o chute que a História anda a ensaiar há décadas.” — Augustus Veritas
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Liberdade ou Controlo?
"Enquanto os gestores medem passos, o mundo avança em saltos. O tempo das máquinas humanas terminou. É tempo de confiar na inteligência e na vontade livre de quem trabalha com propósito. A guerra silenciosa entre Liberdade e Controlo já começou. E tu, gestor, em que lado estás?"
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A Cegueira dos Altos, a Lucidez dos de Baixo
Claro, aqui vai "Do alto da sua cátedra europeia, António Costa proclama que Portugal está bem e que os portugueses são negativistas — como se a fome fosse um defeito de carácter e os salários de miséria fossem fruto de má vontade. Não é ele que está longe do povo — é o povo que, pelos vistos, se afastou da narrativa oficial. Talvez por estar ocupado a sobreviver."
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Os Poetas do Servilismo e do Surreal
Há quem diga que Portugal é o país dos poetas.Mas poucos avisam que, entre os poetas do povo e os poetas do poder, há um abismo feito de silêncio e salário. No 10 de Junho, sob o céu limpo e as fanfarras patrióticas, alinham-se os poetas do regime –de penas douradas e linguagem aveludada –que, com o rosto compenetrado e o coração em piloto automático, declamam a grandeza da Pátriacom uma paixão tão ensaiada como um teatro de escola primária. São os poetas do servilismo:vestem-se de retórica, banham-se na glória de Camões e distribuem pérolas em nome de um povo que, lá no fundo, já não os ouve.Enquanto falam em…





























