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Portugal sobre carris: quando o futuro espera pela decisão do vizinho
Converter toda a rede portuguesa para a bitola europeia seria caro e disruptivo. Mas isso não elimina a questão estratégica: que bitola deve Portugal escolher para as infraestruturas que constrói hoje?
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Alta velocidade: construir hoje a bitola que amanhã queremos abandonar?
Portugal prepara a nova Linha de Alta Velocidade Lisboa–Porto em bitola ibérica, embora a interoperabilidade ferroviária europeia tenha como referência os 1.435 mm. A questão não é converter toda a rede amanhã, mas saber se faz sentido construir infraestrutura nova num padrão que se admite vir a migrar.





